Análise do filme: Intimo e Pessoal. (1996)

Critica de Filmes

Dirigido por Jon Avnet e estrelado por Robert Redford, Michelle Pfeiffer, Stockard Channing, Joe Mantegna, Kate Nelligan e James Rebhorn.

Eu adorei essa história. Eu sei que ela tem uma parte triste, mas é tão lindo. Você vê a personagem da Michelle Pfeiffer amadurecer como pessoa e como profissional nessa história. E Robert Redford? Ótimo como sempre.

Esse filme é um drama romântico e foi ambientado em um mundo competitivo do telejornalismo. E mistura ambição profissional, ética jornalística e um amor profundamente marcado por escolhas difíceis.

A história acompanha a vida de Tally Atwater (Michelle Pfeiffer) que é uma jovem determinada, inteligente e sonhadora e que vive em uma cidade pequena, mas tem o grande desejo de se tornar uma respeitada repórter de televisão.

Tally está cansada de sua vida limitada e sem perspectivas e decide se mudar para Miami e enfrentar todos os obstáculos para conquistar uma vaga em uma emissora local. No início, ela passa por humilhações, rejeições e enfrenta a dura realidade de um meio extremamente competitivo e dominado por homens mais experientes.

Um dia, ela conhece Warren Justice (Robert Redford), um jornalista renomado, exigente, cético e conhecido por seu estilo rígido, mas também por sua integridade e talento. E ele acaba sendo o mentor de Tally e a ensinando valores fundamentais do jornalismo: como a busca pela verdade, a responsabilidade social e a importância da empatia com as pessoas por trás das notícias.

Sob a orientação de Warren, Tally começa a crescer profissionalmente, passando de simples aspirante à jornalista a uma repórter promissora e, mais para frente se tornando uma grande estrela do noticiário.

E a vida pessoal? Bem os dois começam a se sentir fortemente atraídos um pelo outro e depois acabam se envolvendo de forma intensa, porém cheio de conflitos. A relação é cheia de conflitos e obstáculos como diferença de idade, escolhas profissionais que cada um precisa fazer, entre outras coisas.

À medida que Tally ganha fama e reconhecimento nacional, Warren se vê cada vez mais desconfortável com o boato sensacionalista de que o jornalismo começa a tomar e com a transformação da mulher que ele ajudou a moldar.

O sucesso de Tally passa a representar, para ele, a perda dos valores autênticos da profissão. E isso cria uma tensão crescente entre eles. O casal precisa decidir se o amor é capaz de sobreviver às ambições individuais e às diferenças éticas.

O filme caminha para um desenvolvimento ao mesmo tempo trágico e emocionate, quando Warren parte para cobrir uma missão perigosa e Tally precisa encarar não apenas com a dor da perda, mas também o verdadeiro significado de tudo o que aprendeu com ele tanto como jornalista quanto como ser humano.

Enfim, o filme fala sobre: sonhos e planejamentos, escolhas profissionais e seus impactos na vida pessoal, ética no jornalismo e sobretudo, amor, perda e amadurecimento pessoal e emocional.

Confesso que gostei da química entre Robert Redford e Michelle Pfeiffer. O filme também se destaca por nos mostrar um olhar sensível e às vezes crítico, sobre os bastidores da mídia e o custo da fama.

E aí? O que vocês acharam do filme? Quem quiser comentar abaixo, fique a vontade. Um beijo e até a próxima matéria.

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