Análise do filme: E.T: O extraterrestre. (1982)

Critica de Filmes

Dirigido por Steven Spielberg e estrelado por Henry Thomas, Drew Barrymore, Robert MacNaughton, Dee Wallace, Peter Coyote e Melissa Mathison.

Esse filme é sem dúvida alguma uma obra prima do grande Steven Spielberg. É clássico do cinema e há cenas icônicas e inesquecíveis. Quem não se apaixonou por Drew Barrymore com apenas sete anos? Ela está fantástica aqui e demonstra claramente ter puxado o talento dos seus tios avós (Lionel, John e Ethel Barrymore).

A única coisa que eu tenho em comum a Drew Barrymore é a idade. Nós nascemos na mesma época: 1975. Ela em fevereiro (22/02) e eu em Junho.

Mas voltando ao filme. Ele mistura ficção científica com aventura e drama. E conta uma história sobre amizade, empatia e pertencimento.

A trama acompanha Elliot (Henry Thomas), um garoto solitário que vive com a mãe e os irmãos após a separação dos pais, em um subúrbio da Califórnia. Em uma noite, Elliot descobre que um pequeno extraterrestre ficou para trás durante uma visita desses seres a Terra.

Elliot fica assustado no início, mas logo percebe que esse extraterrestre é inofensivo, vulnerável e sensível. E não quer fazer mal a ninguém. O menino então, e decide escondê-lo em casa e lhe dá o nome de ET.

Aos poucos, Elliot cria um laço profundo com o ET, é algo tão forte que é quase telepática. O que um sente o outro também sente. Isso eu me lembro de ter me emocionado desde a primeira vez que vi e olha que faz tempo hein.

Gertie (Drew Barrymore) é a irmã mais nova e ela traz leveza e humor à narrativa. Sempre reagindo com curiosidade, doçura e espontaneidade e isso ajudou a humanizar ainda mais ET para o público. Michael (Robert MacNaughton), o irmão mais velho acaba se envolvendo no esforço de proteger o visitante que se tornou mais que um amigo para os seus irmãos.

Enquanto ET tenta aprender a se comunicar e a encontrar uma forma de se comunicar com outros extraterrestres, cientistas e agentes do governo passam a investigar acontecimentos estranhos na região e assim, representando a ameaça do mundo adulto racional e invasivo em contraste com a sensibilidade e a imaginação das crianças.

A saúde do ET começa a se deteriorar ao permanecer longe de seu planeta. E colocando em risco a sua sobrevivência. Mas aprofundando o seu vínculo emocional com Elliot.

O auge do filme é uma emocionante corrida contra o tempo para salvar ET e ajudá-lo a voltar para casa. E essa é uma das cenas mais icônicas da história do cinema: a fuga de bicicleta sobre o luar.

Eu me lembro de como eu fiquei nessa lindíssima cena. Fiquei toda emocionada e encantada. E claro, torcendo para que esse pequeno ET conseguisse voltar para casa. A emoção tomou conta de mim e sempre toma toda vez que eu revejo.

Enfim, ET: O Extraterrestre fala sobre solidão infantil, a necessidade de afeto, empatia e a dor da separação. Afinal ET acabou virando alguém extremamente importante para aquelas crianças. E o vínculo que eles fizeram era algo inquebrável.

Steven Spielberg usou temas universais que explicam o motivo do seu impacto duradouro. E não é a toa que esse filme se consagrou como um dos maiores sucessos do cinema e emocionou gerações. E continua emocionando. E Drew Barrymore? Também continua na ativa. Mostrando que ela é uma verdadeira Barrymore. E a fama, sucesso está em suas veias.

E o que vocês acham sobre o filme? Quem quiser comentar por aqui, fica a vontade. Um beijo a todos e até a próxima matéria.

Loading

Compartilhe nosso artigo

1 thought on “Análise do filme: E.T: O extraterrestre. (1982)

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *