Dirigido por Charles Shyer e estrelado por Steve Martin, Diane Keaton, Martin Short, Kimberly Williams-Paisley, Kieran Culkin, George Newbern, Eugene Levy, BD Wong e Peter Michael Goetz.
Para quem não viu o quem quer rever, o filme está passando na Netflix. Tanto o primeiro de 1991 quanto o segundo de 1995. E essa é uma das raras vezes que eu prefiro o remake. A primeira versão de 1950 não é tão boa para mim.
E hoje rever Martin Short, Steve Martin e Diane Keaton me fez voltar ao tempo. Quando eu vi pela primeira vez eu era adolescente e veio muitas recordações na minha mente. Fora as lembranças dos antigos aparelhos de televisão, eletrodomésticos entre outras coisas.
É como dizem, recordar é viver. Você percebe que o filme tem um ar anos 1990. E até mesmo o personagem do Martin Short diz: São os anos 90. Como quem diz que era outro tempo.
Mas vamos falar sobre o filme: A trama gira em torno de George Banks (Steve Martin). Ele é um empresário bem sucedido e um pai dedicado que leva uma vida tranquila ao lado da esposa Nina (Diane Keaton) e dos filhos Annie (Kimberly Williams-Paisley) e Matty (Kieran Culkin).
Mas as coisas acabam mudando quando Annie, aos 22 anos, retorna de uma temporada de estudos na Europa dizendo que está apaixonada por um homem que conheceu por lá, chamado Brian MacKenzie (George Newbern) e que está noiva dele. Ele é um jovem educado, gentil, mas que ninguém da família conhecia.
E os dois pais sentiram essa mesma notícia de formas diferentes: Para Annie, o casamento da filha era motivo de alegria. Afinal o Brian parecia ser um cara legal e amar a sua filha.
E para George, foi motivo de pânico. Ele não estava preparado para “perder” a filha e muito menos enfrentar os custos de um casamento ainda mais com um organizador de casamentos, Franck Eggeelhoffer (Martin Short), um homem extravagante e que cobra um preço exorbitante que deixa George ainda mais desesperado.
Enquanto Nina tenta ser a voz da razão, George começa a se lembrar de momentos da sua filha mais nova, com um olhar sonhador e nostálgico a ter cenas de ciúmes e ansiedade.
Há uma cena engraçada do mercado, onde George com uma raiva extrema começa a tirar pães de hambúrguer que estavam lacrados e dizendo que não iria pagar por quatro pães a mais se não havia necessidade. E o que aconteceu? Pensaram que ele estava roubando e ele ficou preso uma noite.
É claro que Nina foi no dia seguinte vê-lo e pagou a fiança. E pediu para que ele tentasse agir como se estivesse feliz. E que ele agindo da forma que estava acabava magoando Annie.
A preparação da festa se transforma em confusões e caos. Com preços exorbitantes e discutindo sobre tudo: Flores, degustações, ensaios, reformas na casa para receber convidados. Uma cena mais caótica que a outra.
George aos poucos vai percebendo que o casamento é um rito de passagem e que a filha dele cresceu e ele age de uma forma diferente.
Há uma cena que Annie e Brian brigam por causa de um liquidificador e ela fica sentida por causa disso. E até terminam o noivado. E o George sai com Brian e fala sobre a família dele. Que ele a filha dele são intensos e impulsivos e que precisam de pessoas como ele para dar uma equilibrada na loucura.
E dessa forma, Brian aceita e reata com Annie. Bem há outra cena bonita também que é a noite que antecede o casamento. George não consegue dormir e muito menos Annie. E os dois jogam uma partida de basquete na quadra lá fora e começam a conversar como pai e filha.
Então George começa a perceber que as coisas realmente mudaram e mesmo que doe deixar a filha partir não seria para sempre.
O filme culmina na emocionante cerimônia, onde George finalmente compreende o verdadeiro papel de um pai: apoiar, amar e saber a hora de abrir a mão.
E fica o momento todo da festa procurando a Annie para se despedir antes que ela viajasse. E ao meio de caos, o casamento termina e ele não consegue se despedir da filha, mas ela antes de pegar o avião e liga para ele. George aceita a nova etapa de vida da filha e a dele.
Eu sinceramente prefiro essa versão. E vocês? O que vocês acham desse filme? Quem quiser comentar, fique a vontade. Um beijo e até a próxima matéria.
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