Análise “Belén – Uma História de Injustiça” (2025)

Critica de Filmes

Mais uma Obra-prima do cinema Argentino, na pré-lista do Oscar de Filme Internacional 2026

Filme que aborda uma história real de injustiça contra uma mulher pobre.

Em Tucuman na Argentina em 2014, Julieta (Camila Pláate) vai para o hospital por sofrer fortes dores, Julieta sofre um aborto espontâneo, então ela é presa por ser acusada de matar seu bebê intencionalmente, mas os médicos e policiais passaram por cima da lei e prenderam ela sem provas e os juízes responsável pelo caso não deram para a Julieta um julgamento justo que a lei da Argentina permite, e o pior ela não teve nenhum direito a defesa.

Julieta segue presa, mas agora terá a ajuda da advogada Soledad ( Dolores Fonzi que também dirige o filme), para preservar a segurança da imagem de Julieta, ela vai passar a usar o nome de Belén.

Tanto a vida de Soledad, de sua família e a vida de Belén começa a correr perigo.

Mas mulheres vão as ruas pedir justiça pela Belén, o que vai fazer a promotoria rever o caso.

O Filme é sobre tribunal, legislação e que aborda temas importantes como o direito do corpo da mulher e preconceito.

O filme é impactante e não tem como não se envolver emocionalmente, o filme mexe com os sentimentos do tele espectador.

Uma obra extraordinária, bem dirigida e com roteiro de primeira linha, mais um excelente filme argentino, que nos comove e conduz ao senso de torcida pela justiça.

Dolores Fonzi além de dirigir muito bem o filme, ela atua demais, destaque para frase Os Médicos agiram como policiais, e os policiais agiram como médico.

Adapatado do livro Somos Belén da jornalista e escritora argentina Ana Elena Correa.

Está disponível na Amazon Prime Video

No elenco também tem Luis Machin, Ruth Pláate, Laura Paredes, Gaia Garibaldi, César Troncoso, Sérgio Prina, Lili Juarez, Susi Andersen, Eugenia Blanc, Bernadita Ottonello, Patricio Carrega, Luisa Paz.

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