Dirigido por Frank Capra e estrelado por James Stewart, Donna Reed, Lionel Barrymore, Karolyn Grimmes, Virginia Patton.
Olá a todos. Estou de volta. Esse é o meu filme favorito de todos os tempos. Não somente pelo diretor e dos atores, mas a trama, a trilha sonora e tudo o mais. James Stewart está excelente aqui. O personagem dele é tão altruísta. Ele sempre me serviu de inspiração e motivação. Um dos meus principais objetivos na vida é ser 1/3 do que seu personagem foi. Assim como Audrey Hepburn foi. São duas pessoas (Uma verdadeira e outra fictícia), mas que sempre me instigaram a ser alguém melhor. Talvez seja o meu sonho de consumo.
Dito isso, sempre foi um filme que amo rever e me emociono toda vez. Não importa que mês do ano. Não vejo esse filme só no Natal, apesar de ser um filme Natalino.
James Stewart e Cary Grant são meus atores favoritos e eles duelam o primeiro lugar de atores favoritos. Só posso dizer que a disputa é acirrada… Mas voltamos ao filme.
A obra mistura drama e fantasia, e fala sobre a solidariedade, o valor da vida, a importância das pequenas ações e o impacto individual na coletividade. O filme traz esperança e tem uma narrativa otimista de ver o mundo. Ele foi feito em um Mundo oss guerra e é como se nos disséssemos… Ei, ainda há pessoas boas e altruístas no mundo. Nós não estamos tão perdidos assim. Tenha fé que dias melhores virão.
A história se passa na pequena cidade de Bedford Falls e acompanha a vida de George Bailey (James Stewart), um homem generoso, sonhador, altruísta e que sempre coloca as pessoas em primeiro lugar. Desde jovem, tem grandes planos de viajar pelo mundo e construir coisas importantes. Em estudar fora e ajudar muitas pessoas. Mas pelo amor aos pais, aos amigos vai adiando constantemente os seus planos pessoais em prol de ajudar essas pessoas. Algo que ele faz desde pequeno. Ele salvou o irmão Harry de morrer afogado ainda criança. Impediu o farmacêutico, o Senhor Gower de cometer um erro e assim matar um cliente. Entre tantas outras coisas.
Quando adulto George começa a trabalhar no negócio da família, a Construtora e Empréstimos Bailey, fundada pelo seu pai, Peter Bailey. E nesse serviço, ele oferece casas com preços acessíveis aos trabalhadores com um poder aquisitivo mais baixo. E isso contraria os interesses do banqueiro Henry Potter (Lionel Barrymore), o homem mais rico e ganancioso e que controla a cidade.
Quando o pai morre, George é obrigado a abrir mão de vez dos seus sonhos, faculdade, viagens para ficar no lugar do pai na Empresa. E assim, garantir que a população continue tendo oportunidades de ter um lar para viver. Ele se casa com Mary Hatch (Donna Reed) seu grande amor de infância, e juntos constroem um lar feliz com quatro filhos e mesmo com dificuldades financeiras todos são felizes.
E sua vida segue dessa maneira. George cada vez mais preso a uma vida que não escolheu enquanto Henry fica cada vez mais rico e manipulando a vida dos moradores daquela cidade. Até que na véspera de Natal, quando Billy (tio de George) perde acidentalmente uma quantia significativa da Empresa, acaba prejudicando George que pode levá-lo a falência e a prisão e isso o deixa desesperado. A ponto de pensar em tirar sua própria vida. Ele acredita que se ele não existisse, todos estariam melhores.
É bem nesse momento que algo mágico acontece. Um anjo da guarda que está há mais de 200 anos tentando conseguir as asas, chamado Clarence (Henry Travers) é enviado do Céu para ajudá-lo e Clarence mostra a George como a cidade seria se ele nunca tivesse existido. E isso é assustador. Porque seria uma cidade sombria, sem brilho, sem amor, sentimentos. Ou seja, ele percebeu o quanto sua existência era fundamental para o bem estar de todos naquela pacífica cidade.
E o que George decide fazer? Ele clama a Clarence e aos céus outra oportunidade. De voltar a sua vida corriqueira e reencontra tudo o que havia perdido. O que George mais precisava.
Há um bilhete com uma frase que acho muito marcante no filme: “Nenhum homem é um fracasso quando tem amigos”.
Sei que extrapolei, mas me desculpem. Falar desse filme me deixa toda emocionada. Podem me chamar de velha emotiva… Eu deixo.
E o que vocês acham desse filme? Se quiser deixar um comentário abaixo fique a vontade. Um beijo a todos.
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Ficou fantástico sua análise, parabéns, gostei muito e deu vontade de ver o filme novamente