Análise do Filme: Hitch – Conselheiro Amoroso. (2005)

Critica de Filmes

Dirigido por Andy Tennant e estrelado por Eva Mendes, Will Smith, Kevin James, Amber Valletta, Julie Ann Emery, Paula Patton, Michael Rapaport e Adam Arkin.

Alex “Hitch” Hitchens (Will Smith) é um dos consultores amorosos mais disputados de Nova York. Misterioso, elegante e extremamente observador, ele trabalha e ganhando a vida ajudando homens comuns a conquistarem as mulheres que desejam ter consigo.

Seu novo cliente é Albert Brennaman (Kevin James) é um contador desajeitado e gentil que está apaixonado por Allegra Cole (Amber Valletta), uma mulher socialite. Ela é famosa e sofisticada.

E esse começo do Albert para se tornar um cara mais sedutor é muito engraçado. Dou muita risada toda vez que eu vejo. Ele é extremamente desajeitado nessa parte. Igualzinho a mim. Eu também sou muito desajeitada.

Apesar da aparente diferença social e do nervosismo de Albert, Hitch aceita o desafio e se dedica a transformá-lo em uma versão melhorada de si mesmo. Mas é claro, sem mudar sua essência.

À medida que os dois avançam nas aulas de como conquistar aquela mulher especial, Hitch percebe que, muitas vezes, os momentos mais espontâneos e naturais são aqueles que realmente conquistam o coração de alguém.

E nisso eu tenho que concordar. Se há algo que adoro é quando a conversa, a paquera, o flerte acontece naturalmente, com espontaneidade. E quando você vai ver já ficou horas com a pessoa que você está gostando, porém a coisa está tão boa que você nem viu o tempo passar.

Há uma cena que para mim chega a ser engraçada. Hitch está ensinando o Albert é mostrar interesse em beijar a moça. E ele ensina com todos os detalhes. Em um momento os dois até se beijam para o Albert aprender como se faz e as caras que ambos fizeram foi muito divertida para mim.

Enquanto isso, Hitch conhece Sara Melas (Eva Mendes), uma jornalista determinada. E ela escreve colunas sociais. Sara é uma mulher inteligente, cética e não é o tipo de mulher que fica impressionada por homens sedutores. Ela é então, o tipo de mulher que desafia tudo o que Hitch acha que sabe sobre relacionamentos.

Ele tenta conquistá-la de todas as formas, usando seu charme habitual, mas nada funciona da forma planejada por ele. E o “especialista em amor”, ou o “perito do charme da sedução” começa, ele mesmo, a tropeçar no campo emocional.

Sabe aquela famosa frase: “Eu não sou igual a todo mundo”. Essa frase pode ser usada com Sara. Eu me identifico muito nesse momento. Eu também não sou igual a todo mundo. E não é justamente isso que dá um toque especial no jogo da conquista? Algo que vem muito fácil ninguém dá valor. Mas algo que exige um esforço extra se torna mais interessante. Conselho da tia Mirian.

E para complicar a situação do “guru”, Sara começa a investigar um caso envolvendo um homem que usa técnicas de sedução antiéticas, e ela acredita que Hitch possa estar envolvido nisso.

Um mal-entendido leva a uma crise entre os dois, e Hitch precisa provar que o seu trabalho não é manipular as mulheres, mas ajudar os homens sinceros a se aproximarem das mulheres de forma honesta.

No fim, verdades são reveladas, relações são reparadas e os seus clientes entenderam e aprenderam que o amor não pode ser totalmente controlado, planejado ou ensinado.

Os melhores encontros, e os melhores relacionamentos, nascem da vulnerabilidade, das dificuldades e da capacidade de deixar o outro a enxergar quem você realmente é. E vocês? O que vocês acharam do filme? Quem quiser comentar alguma coisa, fique a vontade. Um beijo e até a próxima matéria.

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