Análise do filme Maestro (2023)

Critica de Filmes

“ Maestro” Bradley Cooper/2023 Co-produzido por Cooper, Todd Phillips além dos mestres Spielberg e Scorsese é um projeto antigo do ator e diretor. Plasticamente muito bonito, usa da fotografia em preto e branco para retratar a carreira e o relacionamento do músico Leonard Bernstein com a atriz Felicia Montealegre.

Distribuido pela Netflix.

Nesse ponto o perfeccionismo de Cooper, já presente em outros filmes usa a mesma para explicar as mudanças tanto na vida dos personagens como o grande salto temporal de 12 anos, em uma única tomada, quando passa a ser colorida. O roteiro carece mostrar mais da vida profissional do protagonista, foca muito na vida pessoal dos dois. É uma escolha que acaba revelando um homem que sofre pelo excesso de paixão, pela música, pelas pessoas de ambos os sexos e pelas mudanças de humor. Porém Cooper deu o destaque a Carey Mulligan. Essa em seu melhor desempenho concorre ao Oscar de melhor atriz, e é a mais merecida das indicação que o filme teve. Está magnífica. Fiel à sua escolha, de se casar com um homem que sempre deixou clara sua bissexualidade, fala com os olhos e com o silêncio seu dilema, não só por isso, mas principalmente por viver à sombra de alguém com um ego imenso, alguém que está sempre ausente, mesmo quando presente. A trilha sonora do próprio maestro dispensa comentários.

No elenco também tem Maya Hawke, Sarah Silverman, Matthew Bomer, Sam Nivola, Gideon Glick, Alexa Swinton, Vincenzo Amato, Tim Rogan, Jeremy Strong.

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