Análise do filme: Minha mãe é uma sereia de 1990.

Critica de Filmes

Dirigido por Richard Benjamin, essa comédia dramática é estrelada por Cher, Winona Ryder, Christina Ricci e Bob Hoskins.

Olá a todos. Bom dia. Como vocês estão? Eu espero que bem. Hoje irei falar desse filme que passou bastante na televisão aberta. E tem um elenco de peso. Sempre gostei de Winona Ryder, Cher e Christina Ricci. Não necessariamente nessa ordem. E será um prazer dividir com vocês sobre o que eu acho desse filme, porém vou falar um pouco sobre ele. Hoje a Winona Ryder está fazendo aniversário então estarei prestando uma singela homenagem a ela. Eu acompanho desde o seu primeiro trabalho. Feliz aniversário Winona! Que você seja muito feliz.

Esse filme se passa em uma cidade nos Estados Unidos na década de 60. Esse trama é baseada em um romance com o mesmo nome de Patty Dann. O filme é narrado por Charlotte Flax (Winona Ryder), uma jovem adolescente de 15 anos. Ela é uma garota tímida, que vive mais reclusa e que acha a mãe, Rachel Flax (Cher), é uma mulher extravagante, aberta e livre. Rachel é avessa a compromissos. Está sempre fugindo de compromissos que não dão certo. Sempre que algo ruim acontece, Rachel pega as duas filhas (Charlotte e Kate) e mudam de cidade sem aviso prévio. Kate Flax (Christina Ricci) é a filha mais nova. Uma criança que de certa forma é Charlotte quem cuida. Kate vive estudando natação e ao contrário da irmã mais velha, quase nunca fala.

No início, elas se mudam para uma nova cidade, e Charlotte sonha em ser Santa, e vive fascinada pelo Catolicismo. Mesmo sendo judeu, a adolescente busca achar um sentido moral e espiritual para a sua vida. E vive reclamando do jeito extrovertido da mãe. Esse jeito da mãe de ser a envergonha demais.

As coisas mudam quando Charlotte conhece um rapaz Joe Peretti, zelador de um convento local e toca sinos na Igreja. Charlotte vive seu despertar romântico e emocional. Inclusive tem um encontro íntimo com ele, e isso gera conflitos internos.

Enquanto isso, Rachel também começa a se envolver com Lou Landsky (Bob Hoskins), um comerciante simpático que mora na cidade. No início, Rachel resiste as tentativas de Lou de conquistar seu coração e provar que ele é um cara diferente dos outros e quer realmente ter algo sério com ela. Essa resistência é fruto do seu medo de compromisso e quebrar a cara depois.

Infelizmente, Charlotte começa a agir de forma impulsiva e confusa e a tensão dentro de casa ficar maior ainda. E em meio a mal-entendidos, crises emocionais e conflitos, Charlotte começa a perceber que sua mãe, ama as duas filhas profundamente. E que é uma pessoa que tem seus defeitos, falhas como qualquer outra pessoa. Assim como ela mesma.

Eu já vi várias vezes esse filme. A trilha sonora é fantástica, o figurino, tudo para mim é muito gostoso. Adorei essa mudança da personagem da Winona. De uma adolescente conflituosa e sempre vendo o lado negativo. (Talvez?)… Para uma mulher adulta vendo que sua mãe era apenas humana. Recomendo a todos. Até a próxima matéria.

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