Dirigido por Sharon Maguire e estrelado por Renée Zellweger, Colin Firth, Patrick Dempsey, Emma Thompson, Jim Broadbent, Gemma Jones, Celia Imrie e Sally Phillips.
Está aí um filme que eu gostei desde o começo tanto quanto o primeiro e o segundo. Eu notei a falta do Hugh Grant logo no início, mas confesso que eu preferi ver o Patrick Dempsey no lugar dele. Eu vi 14 temporadas de Grey’s Anatomy então assim que eu vi Dempsey no filme disse com todas as letras: Oba! O médico gostosão está aqui.
Outra coisa que eu adorei nesse filme foi ver Emma Thompson. Ela é a minha atriz Inglesa favorita. Eu amo Kate Winslet também, mas acompanho a Thompson desde a década de 1980. Então o meu amor pela Emma é um pouco mais antigo do que com a Kate.
E outra coisa que eu preciso confessar é que essa foi a primeira vez que eu não torci para que o Mark Darcy não ficasse com a Bridget Jones. Eu quis desde o início que o médico gostosão ficasse com ela. Podem me julgar, eu deixo. Achei a química do Dempsey muito boa com a Zellweger. Sou ré, eu confesso. Eu fiquei extasiada com algumas partes desse filme.
Outra coisa que tenho que comentar mesmo eu amando esse terceiro episódio, eu achei que demorou muito para ser estreado. Afinal demoraram uns 12 anos depois do segundo episódio.
Bridget Jones com mais de 40 anos é outra mulher. Trabalha como produtora de Televisão e está vivendo uma fase mais estável e madura de sua vida. Ou pelo menos é isso o que ela acredita.
Depois de se separar de forma definitiva com Mark Darcy, Bridget achou melhor focar mais na carreira e na própria independência, pois para ela sua vida já estava mais equilibrada. Mas será mesmo? Eu tenho minhas dúvidas.
Durante uma viagem a um festival de música com sua amiga Miranda (Sarah Solemani), Bridget conhece Jack Qwant (Patrick Dempsey), um charmoso e bem sucedido empresário de tecnologia. Os dois acabam passando uma noite juntos.
Quem sou eu para te culpar, Bridget! O médico gostosão ainda dá um bom caldo. Bem um pouco tempo depois, ela acaba reencontrando de forma inesperada o Mark Darcy e também acabam tendo uma noite bem interessante se vocês me entendem. Ele já estava separado de sua esposa.
Algumas semanas depois, Bridget vai a ginecologista, a Doutora Rawlings e descobre que está grávida. Ela fica extremamente feliz com a notícia, mas logo essa felicidade inicial dá lugar ao pânico. Ao não saber quem era o pai. Se foi o Mark Darcy ou Jack Qwant o grande sortudo.
E eu fiquei torcendo para que fosse o Jack. Iria ser uma boa genética.
Bridget começa então a essa jornada cômica e caótica em querer saber quem era o pai. Além de tentar manter a gravidez saudável e tentar equilibrar as emoções dos dois pretendentes a pai. Ambos interessados em assumir a paternidade e conquistar o seu coração.
Sinceramente eu teria escolhido o Jack. Por quê? Porque ela já namorou o Mark Darcy e sempre os dois acabam terminando distantes e/ou separado do outro. Então eu daria uma chance ao novo.
Entre consultas médicas atrapalhadas, crises emocionais, mal-entendidos e sua famosa confusão, Bridget descobre não apenas seus poder pessoal, mas também a força das relações que realmente importam.
O filme culmina com o nascimento do bebê e na revelação do pai, enquanto Bridget finalmente encontra um caminho para a sua vida amorosa que sempre sonhou. Mas será que ele realmente era o homem perfeito para ela? Não sei.
E aí? O que vocês acharam do filme? Confesso que eu teria preferido um final alternativo, mas não significa que eu não gostei do filme. Quem quiser comentar, fique a vontade. Um beijo a todos e até a próxima matéria.
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