Análise do filme: Os Incríveis. (2004)

Critica de Filmes Desenho Animado Heróis

Dirigido por Brad Bird e estrelado por Brad Bird, Holly Hunter, Craig T. Nelson, Jason Lee, Samuel L. Jackson, Sarah Vowell, Spencer Fox, Elizabeth Peña e Eli Fucile.

Eu adoro essa animação. E tenho na minha coleção em Blu-ray. É uma das animações que eu mais gosto e não pude deixar de fora.

Essa animação foi produzida pela Pixar e distribuída pela Walt Disney. E a sexta animação da Pixar. É ambientada em uma década de 60 mais futurista e também tem uma pegada mais pessimista.

A trama gira em torno da família Pêra, um grupo de super-heróis que vive escondido após o governo proibir atividades heroicas.

Beto Pêra que também é conhecido como Senhor. Incrível (Craig T. Nelson), já foi um dos maiores heróis do mundo. Ele é extremamente forte e mundialmente admirado. Após um incidente envolvendo a responsabilidade civil dos super-heróis, ele e os outros super-heróis são obrigados a abandonar suas identidades heroicas e viver como pessoas comuns.

Então, Beto passa a trabalhar em um escritório de seguros, mas vive frustrado e sentindo falta da sua antiga vida de ação e salvar as pessoas.

Helen Pêra, também conhecida como a Mulher Elástica (Holly Hunter), tenta manter a família unida e educando os três filhos: Violeta (Sarah Vowell), a adolescente tímida que controla campos de força e pode ficar invisível.

Flecha (Spencer Fox), o filho do meio que é hiperativo e tem como poderes a supervelocidade. É tão rápido como o próprio nome diz.

E Zezé (Eli Fucile), o bebê que ainda não sabemos quais são seus poderes.

Beto acaba se envolvendo secretamente com uma misteriosa missão enviada por uma mulher chamada Mirage (Elizabeth Peña). Ele não aguentava mais aquela rotina humana e ficar sem ter um propósito de vida. E a missão dele nessa nova missão é levar uma ilha remota para destruir um robô fora de controle. Ele fica tão animado em voltar à ação que nem percebe que está sendo manipulado.

Beto descobre que o criador do robô é Síndrome (Jason Lee), um antigo fã rejeitado e que cresceu cultivando o ressentimento aos super-heróis. Principalmente ao senhor Incrível. Síndrome planeja aperfeiçoar seus robôs e depois liberá-los nas grandes cidades. E quando esses robôs estivessem destruindo tudo, Síndrome ia fingir ser o Salvador, e dessa forma tornando-se o “novo super-herói” do mundo.

Enquanto Beto investiga a trama, Helena e as crianças acabam sendo envolvidas na missão ao descobrirem que ele está em perigo. Eles viajam para a ilha e, pela primeira vez, trabalham juntos como uma equipe de super-heróis. A família enfrenta desafios, conflitos internos e deixa o vínculo ainda mais forte entre eles.

A família Pêra consegue impedir o ataque do robô gigante a Metroville. Cada um usou seus poderes de uma forma complementar. A união e o trabalho em equipe foram tão fortes e acabou derrotando Síndrome e claro, salvando a cidade.

A animação nos mostra que, apesar das incertezas sobre o futuro dos super-heróis, a família assume sua verdade interna e se prepara para enfrentar novos perigos. Inclusive o surgimento de Escavador (John Ratzenberger), vilão que aparece nos últimos minutos do filme.

Samuel L. Jackson faz o personagem gelado e ele é um dos melhores amigos da família Pêra. Ele tem um papel menor, de coadjuvante, porém eu adoro a atuação dele aqui.

E aí? O que vocês acham dessa animação? Quem quiser comentar sobre, fique a vontade. Um beijo a todos e até a próxima matéria.

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