Análise do filme: Questão de Tempo. (2015)

Critica de Filmes

Dirigido por Richard Curtis e estrelado por Domhnall Gleeson, Bill Nighy, Rachel McAdams, Vanessa Kirby e Margot Robie.

Esse filme mistura romance, comédia e um pouco de fantasia. Já que Tim, o personagem de Domhnall Gleeson pode voltar no tempo e “consertar” erros do passado. E isso não é somente na parte amorosa, mas em outras áreas de sua vida.

Sei que não é igual, mas me fez me lembrar de Clíck do Adam Sandler e Feitiço do tempo com a Andie MacDowell. Eu gosto desse tipo de filme e gostei muito desse. Domhnall e Rachel McAdams estão excelentes aqui. Uma das melhores comédias românticas dos dias mais atuais. Então quem não viu, eu recomendo. Principalmente se você gosta de uma dose de fantasia no meio.

O filme acompanha a vida de Tim Lake. (Domhnall Gleeson), um jovem tímido e gentil que descobre ao fazer 21 anos que todos os homens de sua família podem viajar no tempo. Retornando em alguns momentos específicos de suas próprias vidas.

Ai eu lhe pergunto? Quem não gostaria de ter um poder desses? Eu mesma ia amar e tentar arrumar várias coisas em minha vida. Mas também sei que tudo o que fiz e passei foi por um motivo maior: O meu aprendizado. O meu amadurecimento.

Seu pai, (Bill Nighy), é um homem afetuoso e um pai bem prestativo. É alguém com uma visão muito sensível sobre a vida. E quando Tim lhe confronta sobre esse poder, o pai lhe diz que esse dom não serve para mudar o mundo, mas para aprimorar as experiências pessoais e buscar ser mais feliz.

Tim sempre foi inseguro e ao mesmo tempo romântico e decidiu usar esse dom para encontrar o amor. Sua vida muda quando ele conhece Mary (Rachel McAdams), uma jovem doce, inteligente, apaixonada. A mulher que para ele era a ideal. Completamente encantado por ela, usa seu poder mágico de voltar no tempo para reviver encontros que para ele foram desejeitados, caóticos e consertar gafes ou mal entendidos e com isso criar oportunidades bem melhores para que o relacionamento entre os dois desse certo.

Aos poucos, Tim vai percebendo que mesmo com o seu dom, o amor não é tão simples quanto “voltar e tentar novamente”, já que em uma verdadeira relação também há vulnerabilidades, precauções, escolhas irreversíveis e todos os tipos de problemas. Por quê? Porque a vida não dá para voltar a cada segundo. A vida é tão rápida que às vezes nem percebemos tudo o que acontece ao nosso redor.

Tim e Mary construíram uma família, e mais uma vez ele percebe que nem sempre dá para usar o seu poder. Principalmente se envolve outras pessoas. Já que cada um sabe o que é melhor para si.

A relação de Tim com o pai é ótima, principalmente durante os anos que foram se passando. E mesmo podendo voltar ao tempo, a vida continua seguindo.

Tim acaba aprendendo a viver plenamente o presente. Aproveitar todas as coisas boas que a vida lhe oferece. Os vínculos que construímos, quem somos. E o que acontece nesse momento? Será que ele decide abrir mão das viagens no tempo e escolhendo viver cada dia sem precisar usar essa técnica?

Enfim, eu amo comédias românticas inteligentes e com pegadas mais leves, que refletem sobre a vida entre outras coisas. Mas o que vocês acharam do filme? Quem quiser comentar abaixo, fique a vontade. Um beijo a todos e até a próxima matéria.

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