Dirigido por Penny Marshall e estrelado por Robin Williams, Robert De Niro, Julie Kavner, Peter Stormare, Alice Drummond, Penelope Ann Miller, John Heard, Judith Malina e Anthony J. Nici,
Bem, eu nem preciso dizer que assisti a esse filme quando chegou às locadoras, certo? Nessa época, tinha meus 15 anos e já falava em ser Psicóloga. E confesso que ele me marcou muito. Eu cheguei a ver várias vezes. E adorei ver Robin Williams e Robert De Niro trabalhando juntos. Eu me emociono sempre que revejo.
Tempo de Despertar é um drama emocionante baseado em fatos reais. E também foi inspirado no livro de memórias do neurologista Oliver Sacks.
O filme acompanha a história do médico Doutor Malcolm Sayer (Robin Williams), que também é um pesquisador. Tímido e dedicado que começa a trabalhar em um hospital psiquiátrico no Bronx, na década de 1960.
Ao conhecer os pacientes, Sayer acaba percebendo que muitos desses pacientes estão em um estado catatônico há décadas, vítimas de uma misteriosa condição neurológica que surgiu após uma epidemia de encefalite letárgica nos anos de 1920.
Entre esses pacientes em estado catatônico está Leonard Lowe (Robert De Niro) que foi internado desde a adolescência e incapaz de se mover ou se comunicar, embora seu cérebro pareça estar ativo.
Eu particularmente adorei a atuação do Robert De Niro aqui. E para mim é um dos seus melhores papéis no cinema. Porque não é nada fácil fazer um papel onde seu personagem está catatônico em um hospital psiquiátrico.
Intrigado, o Doutor Sayer começa a investigar e descobre pesquisas sobre a droga L-Dopa, utilizada no tratamento do Parkinson.
O Doutor Sayer convence a administração do hospital a permitir um teste experimental e iniciar a aplicação do medicamento em Leonard. E o resultado deixa todos impressionados. Leonard “desperta” após décadas ficando imóvel e recuperando os movimentos, as falas e emoções.
O sucesso inicial de Leonard leva o Doutor Sayer a aplicar o tratamento em outros pacientes que assim como Leonard, também começaram a despertar para a vida.
Porém, conforme o tempo ia passando, surgiam efeitos colaterais imprevisíveis e devastadores, revelando que esse “milagre” poderia ser temporário.
E enquanto enfrentava esses novos desafios, Sayer foi desenvolvendo uma forte amizade com Leonard, que por sua vez tenta recuperar o tempo perdido e explorar o mundo e viver experiências que antes nunca pode viver.
A relação médico-paciente acaba se transformando em uma reflexão profunda sobre humanidade, dignidade, esperança e limites da ciência.
E nós ainda temos muitas coisas para aprender mesmo estando em 2025.
O filme culmina numa jornada comovente sobre aceitar a fragilidade da vida e valorizar cada instante de consciência e conexão.
Esse filme para mim é uma lição de vida! E me marcou demais. E para vocês? O que vocês acham do filme? Quem quiser comentar, fique a vontade. Um beijo e até a próxima matéria.
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