Análise do Filme: Wall-E. (2008)

Critica de Filmes Desenho Animado

Dirigido por Andrew Stanton e estrelado por Ben Burtt, Elissa Knight, Jeff Garlin, Fred Willard, John Ratzenberger, Kathy Najimy, Sigourney Weaver, MacIn Talk, Teddy Newton e Lori Alan.

Essa animação foi produzida pela Pixar Animation Studios e é a 9ª longa metragem de animação da Pixar. Após dirigir Procurando Nemo, Stanton sentiu que a Pixar havia criado simulações convincentes da física subaquática e o diretor estava disposto a dirigir um filme que seria ambientado uma grande parte no espaço.

A maioria dos personagens não tem vozes humanas reais, mas se comunicam por meio de linguagem corporal e sons robóticos que foram criados por Ben Burtt e que se assemelham a vozes. Além disso, é o primeiro longa-metragem de animação da Pixar a apresentar segmentos com personagens em Live-Action.

Em um futuro distante, a Terra foi transformada em um enorme depósito de lixo. Décadas antes disso, os humanos abandonaram o planeta após torná-lo inabitável devido ao consumo excessivo e à produção desenfreada de resíduos.

Para tentar limpar o mundo, os robôs da linha WALL-E foram deixados para trás, mas todos, exceto um, pararam de operar com o passar dos séculos.

E esse único sobrevivente, Wall-E, é um pequeno robô compactador de lixo que continua sua missão diariamente. Ao logo dos anos, ele desenvolveu curiosidade, personalidade e até emoções e colecionando objetos que se encontram entre os detritos, como um cubo Rubik, enfeites antigos e uma fita VHS do musical Hello, Dolly! Que desperta nele o desejo de amor e companhia.

Eu particularmente amo esse musical. E ainda irei falar sobre ele no site (Sou mais pop TV). Entre tantos outros filmes da Barbra Streisand.

A rotina de Wall-E acaba mudando quando uma nave pousou na Terra e libera EVE, um robô-sonda avançado que foi enviado para Terra para procurar sinais de vida vegetal.

Wall-E fica encantado por ela imediatamente e tenta se aproximar de EVE de todas as maneiras. Quando ele mostra a ela uma pequena muda de planta, ela entra automaticamente no modo de missão, aguardando o resgate da nave-mãe.

Para não perder sua nova amiga, Wall-E segue EVE até o espaço e chega à gigantesca nave Axiom, onde a humanidade vive há séculos em conforto absoluto, entregue ao sedentarismo e à tecnologia.

Nessa nave, os humanos se tornam extremamente dependentes das máquinas, perdendo autonomia física e conexão com o planeta.

A presença de planta na Terra significa que o planeta é novamente capaz de sustentar a vida e que os humanos podem voltar a morar por lá. Mas, no entanto, a AUTO, o piloto automático da Axiom tem ordens secretas para impedir que os humanos voltem ao planeta, acreditando que a Terra jamais será habitável novamente.

Wall-E e EVE, ao lado de robôs defeituosos e alguns humanos que despertam para a realidade, embarcam em uma nova aventura para entregar a planta ao capitão da nave e quebrar o controle de AUTO.

O pequeno robô compactador mostra ter coragem e determinação de forma inesperada e começa a inspirar todos ao seu redor.

Após uma batalha emocionante no centro de comando, AUTO é desativado e o capitão assume o controle da Axiom. A nave retorna a Terra, trazendo esperança nesse retorno. 

Wall-E fica gravemente ferido e quase perde sua identidade, mas EVE consegue repará-lo e reacendê-lo, agora não apenas de forma funcional, mas também com sua personalidade preservada.

O filme termina com humanos e robôs lado a lado, cultivando o primeiro plantio, enquanto Wall-E e EVE observam um novo começo para o planeta.

Eu adoro essa animação e achei o final otimista. E vocês? O que vocês acham? Quem quiser comentar, fique a vontade. Um beijo e até a próxima matéria.

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