Análise “Doce Virginia” 2017

Critica de Filmes

Um thriller básico e sem surpresa, parecendo aqueles filmes de Supercine, mas bem realizado.

Mantendo um estilo misturando drama, suspense, ação, com uma pegada neo-noir, Doce Virginia tem uma história simples, mas tem uma boa trilha e uma atmosfera que funciona de maneira eficaz.

Logo de cara 3 homens são mortos em uma partida de poker , Mitchell (Jonathan Tucker), Tom (Joseph Lyle Taylor), Lou (Garry Chalk), quem matou os 3 foi Elwood (Christopher Abbott).

Sam Rossi (Jon Bernthal) é um ex-campeão de rodeio que é dono de um motel adquirido por herança de seu irmão morto, ele se envolve com Bernadette (Rosemarie DeWitt).

O filme não faz revelações, não tem momentos inesperados, e nem plot twist, já sabemos quem é cada personagem e a história vai seguindo normalmente.

Nada é feito de um jeito que deixa o público surpreso, o que vai sendo descoberto não é feito de maneira misteriosa, é uma história simples que vai direto ao seu objetivo.

Elwood se hospeda no hotel de Sam, Sam ainda não sabe que ele é assassino do marido de Bernadette, vai se descobrindo que Elwood foi contratado por Lila (Imogen Poots) .

O suspense da situação vai aumentando e o clima vai ganhando boa tensão.

O que faz o filme com uma proposta básica funcionar bem no que faz, um bom entretenimento que serve com um ótimo fim de noite.

Dirigido por Jamie M. Dagg, no elenco também tem Odessa Young, Therés Amee, Victoria Bidewell, Gabrielle Rose, Darcy Laurie, Cameron Hilts, Mike Dopud.

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