Análise: Guild of Hunters (jogo 2026)

Videogame

Guild of Hunters: pixel art, guildas e aquela coceira boa de RPG raiz

Tem jogo que a gente bate o olho e já escuta o barulhinho do console ligando. Guild of Hunters é exatamente esse tipo de experiência. Desenvolvido pela Sunny Horizon Game Studio, o game chega em janeiro prometendo unir o melhor dos RPGs clássicos em pixel art com sistemas modernos de progressão, ação e escolhas estratégicas que realmente importam.

Aqui não tem só nostalgia vazia. Tem identidade.

Um mundo perigoso pede caçadores organizados

Em Guild of Hunters, você assume o papel de um caçador em um mundo assolado pelo mal — simples, direto e eficiente, como todo bom RPG deveria ser. A diferença está em como o jogo constrói essa jornada: inimigos cada vez mais desafiadores, decisões estratégicas e, principalmente, o sistema de guildas, que funciona quase como um personagem próprio dentro do jogo.

A guilda não é só um menu bonito. Ela evolui, ganha identidade, influencia sua progressão e reforça aquele sentimento clássico de pertencimento que a gente sentia em jogos antigos — quando não era só “upar”, mas construir algo.

Combate dinâmico: fácil de entender, difícil de largar

O combate aposta em ação com estratégia, fugindo daquele automático sem cérebro. Cada inimigo exige atenção, cada habilidade tem peso, e o jogo deixa claro que apertar botão sem pensar não vai te levar muito longe.

É aquele tipo de sistema que começa simples, mas vai ganhando camadas conforme o jogo avança — exatamente como manda o manual invisível dos bons RPGs.

Pixel art que abraça a nostalgia (e não solta)

Visualmente, Guild of Hunters é um carinho direto na alma de quem cresceu jogando em sprite. A pixel art é detalhada, expressiva e cheia de personalidade, remetendo aos clássicos, mas sem parecer datada. É nostalgia bem resolvida: respeita o passado, mas não fica presa nele.

Os cenários, personagens e inimigos passam aquela sensação gostosa de “isso poderia ter rodado num console antigo… mas roda melhor hoje”.

Progressão que dá vontade de continuar jogando

Evolução de personagem, habilidades, equipamentos, desafios crescentes… tudo aqui conversa muito bem entre si. O jogo te incentiva a continuar não só pelo desafio, mas pela curiosidade:
“E se eu testar essa build?”
“E se minha guilda seguir outro caminho?”

Esse tipo de pergunta é sempre um bom sinal.

Um projeto indie com ambição real

Outro ponto que merece destaque é o cuidado do estúdio. A Sunny Horizon Game Studio mostra que sabe exatamente o tipo de jogo que quer fazer. Com uma equipe bem definida — produção, programação, pixel art, UI/UX, game design e comunidade — o projeto passa confiança.

E mais: o jogo já nasce com planos de expansão futura, algo essencial para quem quer criar um universo vivo e em constante crescimento.

Multiplataforma e acessível

Guild of Hunters chega para:

  • PC (Steam)
  • Android
  • iOS
  • Xbox
  • Nintendo Switch

Ou seja: ninguém fica de fora da caçada.


Veredito

Guild of Hunters é aquele tipo de jogo que entende por que a gente ama pixel art, mas também entende que o jogador de hoje quer profundidade, escolhas e evolução real. É um RPG indie com cara de clássico, mas cabeça moderna — e isso é mais raro do que parece.

Se você sente falta de jogos que respeitam sua inteligência, sua nostalgia e seu tempo, vale muito a pena ficar de olho.

Prepare sua guilda. O mundo precisa de caçadores.

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