Análise “Limite” (1931)

Critica de Filmes

O melhor filme brasileiro de todos os tempos é uma simbologia e experiência cinematográfica obrigatória para todos amantes da sétima arte.

Pra começar, por que o filme se chama limite?

Limite existencial
O sentido da vida
Depressão, tristeza, desespero e muito profundo.
Peixoto faz uma obra-prima que é uma experiência das mais incríveis cinematográfica com os recursos mais belos que ele tem na mão, usando cubismo e desafiando arte, fazendo algo dos mais diferenciados na época que foi feito.
Um filme que usa muita montagem, usando uma linguagem linear super criativa
3 pessoas( Olga Breno, Taciana Rey, Raul Schnorr) em um barco a deriva no oceano, refletindo sobre sua vida e tristezas e pensando no limite deles, a ponto de desistir da vida.
Uma metáfora sobre a vida e a morte, podemos imaginar um simbolismo, usando temas como encarceramento, tentativa de liberdade e frustração.
A fotografia de Edgar Brasil é maravilhosa, misturada com a grande direção precisa de Mario Peixoto.
A Natureza e objetos representando mensagens de vida.
Fazendo homenagem a Charlie Chaplin.
Usando musica na reconstituição de Claude Debussy com o poema a tarde de um Fauno.
O filme teve o trabalho da World Cinema Foundation pertencente ao Martin Scorsese na reconstituição.
Filme mudo de 1931, é o meu filme brasileiro preferido elogiado por David Bowie, Walter Salles, Sergei Eisenstein, Orson Welles.
Um dos melhores filmes já feitos da história do cinema.

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