Análise “Mortal Kombat” (1995)

Critica de Filmes Videogame

Adaptação do famoso game de lutas ao cinema, apesar dos efeitos datados é bem divertido

Dirigido por Paul W.S. Anderson, em Mortal Kombat, o monge Liu Kang (Robin Shou), o ator Johnny Cage (Linden Ashby) A agente especial Sonya Blade (Bridgette Wilson) lutadores talentosos, são levados para uma ilha onde tem o torneio milenar conhecido como Mortal Kombat, eles terem a proteção do Deus do trovâo Rayden ( Christopher Lambert), e nessa ilha passarão por desafios do feiticeiro Shang Tsung (Cary-Hirouki Tagawa).

O filme tem boa coreografia de artes marciais, o legal é ter mais lutas que efeitos, ter bastante cambalhotas, gingados de luta, acrobacias, nesse ponto funciona muito bem, os efeitos não envelheceram bem, o CGI é fraco, mas tudo no limite do aceitável.

A música tema do filme é bem nostalgica, Techno Syndrome da dupla belga The Immortals, a aparição dos personagens para os desafios é super divertida.

A se lembrar de cenas que ficam na memória, o soco de Johnny Cage no saco de Goro, Liu Kang congelando Subzero (François Petit) ou Sonia Blade dando a chave de perna em Kano (Trevor Goddard).

Ainda temos os personagens da Kitana (Talisa Soto), Scorpion (Chris Casamassa e com a voz de Ed Boon, um dos criadores do jogo de Video Game) , Reptile (Keith Cooke), Jax (Gregory McKinney), Art Lean (Kenneth Edwards),

Filme muito comentado pelo público geek na época, com orçamento de US$ 18 milhões, rendeu US$ 127 milhões de bilheteria.

No elenco também tem Lloyd Kino, Perter Jason, Steven ho, Sandy Helberg, John Fujioka.

Loading

Compartilhe nosso artigo

8 thoughts on “Análise “Mortal Kombat” (1995)

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *