Análise “O Quarto do Pânico” (2025)

Critica de Filmes

A versão brasileira da adaptação do filme David Fincher, deixa muito a desejar

Gabriela Amaral Almeida até tenta copiar um pouco do estilo do David Fincher, porém faz uma adaptação com parece um episódio de novela, tenta em alguns momentos como a câmera giratória, mas passa longe da qualidade do original.

A base da história é praticamente a mesma, muda alguns detalhes, algumas pequenas trocas de personagens e pequenas mudanças no desenrolar, mas segue a idéia do roteiro do David Koepp.

Na versão brasileira, o roteiro é adaptado por Fábio Mendes.

Depois de ter o marido assassinado em um assalto de carro, Mari (Isis Valverde) vai morar em uma mansão em São Paulo, com a filha Bell (Marianna Santos), e nessa mansão igual no primeiro filme tem o quarto do pânico para se esconder em caso de segurança.

3 assaltantes invadem a casa, Benito (André Ramiro), Raul (Caco Ciocler), Charly (Marco Pigosi), indo na mesma premissa da versão americana, Benito que seria o personagem que no original foi interpretado por Forest Whitaker, é o ladrão que só ta nessa situação pelo dinheiro, mas é o cara do bem, Raul é o mesmo sádico que foi interpretado pelo Dwight Yoakan, e Charly seria o personagem de Jared Leto, mas no filme brasileiro tem uma pequena mudancinha pra não cair na mesma, apesar que a base da história segue igual.

Ao perceber que os ladrões estão na casa, Mari e Bel vão se esconder no quarto do pânico, porém é nesse cômodo que tem o que os ladrões desejam roubar.

As coisas vão se complicando e Bel tem hipoglicemia, o que vai ser um dilema para Mari, sair do quarto para pegar a injeção para filha, mas correr o risco de cair na mão dos bandidos.

O filme não tem o mesmo suspense de qualidade do original, tem péssimas cenas de confronto físico, um clima mal desenrolado, fica como um filme razoável do cinema nacional de um remake de estilo bem raso.

No elenco também tem Leopoldo Pacheco, Dudu de Oliveira, Wesley Andrade, Felipe Martins, Clarissa Kiste, Carlos Morelli.

Veja abaixo a análise do “O Quarto do Pânico” de 2002:

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