Análise Planeta dos Macacos – O Reinado (2024)

Critica de Filmes

Apesar do belo visual, foi muito inferior a trilogia de filmes anterior

Já vale dizer que é uma sequência desnecessária, feita apenas com o intuito comercial, pois a trilogia de 2011-2017 fechou espetacularmente.

Ao começar com a Obra-prima de 1968 com Charlton Heston que tem uma metáfora inteligentissa de critica ao ser humano, o primeiro filme de 2011 a Origem, depois o Confronto em 2014, e terminando em 2017 com a Guerra, conta o inicio brilhante de como o vírus acabou com a fala dos humanos e os Macacos foram adquirindo o poder.

Em Planeta dos Macacos – O Reinado, depois de muitos anos da morte de César, o nome dele continua reverenciado pelos Macacos como maior líder que já existiu entre eles, apesar de alguns desconhecerem o lider.

Nesse novo filme Noa testemunha a invasão de sua tribo e morte de seu pai, então ele vai em busca da liberdade, mas ele vai descobrir que precisa da ajuda da humana Mae, que conhece a tecnologia e o que é preciso para seguir essa jornada.

Abordando temas como liberdade, poder, nesse dando um maior heroísmo para o ser humano.

O filme quer manter o legado da história, porém não consegue a criatividade do original do Charlton Heston e nem da trilogia recente, e aos poucos vai perdendo o ritmo, filme bem produzido mas não tem a melhor das histórias.

Além de Owen Teague como o Macaco Noa, Kevin Durand como Macaco Proximus Caesar, temos no elenco Fraya Allan e William H. Macy, Eka Darville, Nina Gallas, Sara Wiseman, Neil Sandilands, Dichen Lachman, Peter Macon, Lydia Peckham, Travis Jeffery, Andy McPhee.

Esse é o primeiro Planeta dos Macacos desde que a Disney comprou a Fox.

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