Em 1987, quando foi lançado o primeiro filme da saga ” Predador ” o medo do desconhecido, nos levava um ” slasher na selva. Do mesmo modo que ” Alien: O 8° Passageiro ( 1979) a ameaça era no espaço.
Foi questão de tempo, dessas duas franquias um dia se encontrar em Alien VS Predador ( 2004) e Alien VS Predador 2 (2007) em razão de suas respectivas semelhanças.
Agora esse ” medo do desconhecido ” foi desfeito desde o segundo filme do Predador em 1990, quando descobrimos que o alienígena não era tão ” vilão ” assim.
Agora em ” Predador: Terras Selvagens ” se deparamos com uma verdadeira ” Casos de Família ” . Temos um Predador que se revolta contra seu pai, e parte para um outro planeta, cuja finalidade é provar para ele é para si mesmo , toda sua ” veracidade” de sua espécie.
Se deparando com esse planeta, O Predador conhece uma androide cintetica ( Elle Fanning) criada pela corporação Weyland, a mesma mostrada nos filmes da franquia ” Alien”. Ambos estabelece uma conexão, onde irão enfrentar os perigos daquele ambiente.
O diretor Dan Trachtenberg, que dirigiu os promissores ” Prey: O Predador: A Caçada ( 2022) e a animação ” Predador: Assassinos dos Assassinos ( 2025) conseguir estabelecer um bom filme de Ação e Ficção, não deixando cair na mesmice.
Ele aproveita cada minuto do longa, não deixando o filme criar ” barriga ” ou subtramas desnecessária. A interação entre a personagem de Elle com o Predador é satisfatória, o que acaba abrindos” brechas ” para novas sequências.
” Predador: Terras Selvagens, está em exibição nos melhores cinemas desde o dia 06 de Novembro. Confira nossa crítica direto do Canal Caçadores de Cinema.
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