Como é bom ver um dos melhores diretores/roteiristas do cinema contemporâneo (Ozon), realmente recuperando a velha forma.
Filme francês dirigido por François Ozon, após alguns trabalhos “menores”: “O Amante Duplo” (2017), “O Crime É Meu” (2023), etc; ele finalmente voltou a produzir um cinema muito particular, a partir de um ótimo roteiro, onde uma das principais características de seus melhores filmes, voltou a aparecer: a quase total aí ausência de julgamentos morais (maniqueísmo) acerca dos atos de seus personagens. Em resumo, no Cinema de Ozon, as pessoas apenas são o que são, com qualidades e defeitos em igual medida. Destaque para a ótima protagonista, vivida por Helene Vincent e também para uma das principais musas do diretor francês que o acompanha desde o início de sua carreira, como no ótimo e já clássico “Gotas D’água Sobre Pedras Escaldantes” (1999), por exemplo: Ludivine Sagnier.
No elenco também tem Pierre Lottin, Garlan Erlos, Josiane Balasko, Sophie Guillemin, Paul Beaurepaire, Vincent Colombe, Malik Zidi, Michel Masiero, Sidiki Bakaba, Isabelle Mazin
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