Análise do filme: Lado a Lado de 1998.

Critica de Filmes

Dirigido por Chris Columbus e estrelado por Susan Sarandon, Julia Roberts, Jena Malone e Ed Harris.

Olá novamente. Eu decidi que estaria trazendo um filme da Julia Roberts. Ela fez aniversário ontem (28/10) e quis trazer um filme da Julinha por aqui. E achei que seria interessante falar de Lado a Lado. Um drama emocional que vai te emocionar e muito. Ele fala de família, maternidade, filhos, amor incondicional entre outras coisas.

A trama começa após a separação de Luke Harrison (Ed Harris) e Jackie Harrison (Susan Sarandon). Eles têm dois filhos. A adolescente Anna (Jena Malone), sensível e rebelde. E Ben (Liam Aiken), um menino bem carinhoso e cheio de imaginação.

Jackie é uma mãe dedicada, e que abriu mão da carreira para se dedicar totalmente aos filhos. Ela vive em prol de cuidar da casa e dos filhos. E quando Luke apresenta a sua nova namorada, Isabel Kelly. (Julia Roberts), uma fotografa que é independente e segura de si, moderna. E que tenta ser amiga das crianças, sofre certa rejeição. Principalmente de Anna.

Porém, Isabel nunca quis ser mãe e se vê perdida ao assumir o papel de madrasta. Jackie vivia a julgando e reclamando que a outra mulher era imatura e incapaz de cuidar dos seus filhos.

Jackie no começo não ajudava a Isabel a cuidar dos seus filhos. E vivia dizendo que a outra mulher nunca iria ocupar o seu lugar no coração das crianças. Mesmo a mulher mais nova tentando fazer de tudo para ganhar o respeito e o carinho das crianças e de Luke, Anna ainda a rejeita e a acusava de destruidora de lares. Já Ben parecia gostar da madrasta.

As coisas começam a mudar quando Jackie descobre ter um câncer terminal. Ela tenta esconder a gravidade da doença, mas seu estado de saúde vai deteriorando e isso acaba sendo nítido. O seu medo de não pertencer e de não ser mais útil na família vai sendo deixado de lado. Estar em uma fase crítica do câncer a fez ver que Isabel não era uma vilã e na verdade, quando Jackie não estivesse mais presente seria essencial na vida das crianças e de Luke.

Ambas as mulheres amadurecem emocionalmente. Jackie luta contra o orgulho e o medo de perder espaço na vida dos filhos. E Isabel acaba percebendo que ser mãe vai muito além das regras e que envolve: Amor, carinho, presença e cuidado. Isabel começa a demonstrar um cuidado genuíno com as crianças. Ela ajuda Anna a explorar sua paixão pela arte e Jackie a entender que ela não durará para sempre no mundo terreno. E que Isabel talvez tenha aparecido no momento ideal. E que talvez a família iria ficar unida. Ela percebeu que a outra mulher era uma peça importante para o bem estar de todos.

O filme tem um tom melancólico, mas reconforta ao demonstrar o amor em vários vínculos e modos. E que o laço familiar vai além dos tradicionais e que são construídos por afeto, entrega e respeito.

Esse é um dos filmes que mais gosto da Susan Sarandon e da Julia Roberts. E quem não assistiu recomendo ver. Ele vai te emocionar e te fazer refletir: O que é uma família? E pessoa que não tem nenhum laço de sangue pode ser considerada da família? E a resposta para essa última resposta é sim. Mesmo sem ter laço consanguíneo é da família. O mais importante aqui é o amor, carinho, respeito… Entre outras coisas.

E para vocês? O que vocês acham sobre isso? Eu vou ficando por aqui. Outro dia volto com mais novidades. Um abraço.  

Loading

Compartilhe nosso artigo

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *