Dirigido por Harold Becker e estrelado por Al Pacino, Ellen Barkin, John Goodman, Samuel L. Jackson, Richard Jenkis, Michael Rooker.
Esse filme mistura suspense policial com um pouco de drama e erotismo. É ambientado em Nova York no final da década de 80. Eu me lembro de que na primeira vez que vi fiquei encantado com a química de Ellen Barkin e Al Pacino. Eu me lembro de que também não piscava entre as cenas e que até o último momento, fiquei presa na cadeira. Esse filme te faz dar uns pulos da cadeira. A atriz Ellen Barkin estava no auge da sua carreira na época que o filme foi lançado e está muito bem no papel.
Frank Keller (Al Pacino) é um detetive da polícia de Nova York. Ele se encontra desiludido e solitário. E até diria deprimido. Frank se divorciou a pouco tempo e não está feliz com essa situação. Além disso, trabalha há muito tempo na corporação e já está querendo se aposentar.
Quando um homem é encontrado morto em seu apartamento, nu, deitado de bruços na cama com um disco de vinil tocando uma antiga música romântica chamada “Sea of Love”, Frank percebe que há algo estranho. Algum tempo depois, outro assassinato e nas mesmas circunstâncias. E isso leva a crer que se trata de um serial killer em ação, e que escolhe as vítimas por meio de anúncios de encontros que tinha em jornais.
Frank começa a dividir esse caso com outro detetive. Sherman (John Goodman) já que esse outro detetive está investigando um crime semelhante no Queens. Juntos eles publicaram um anúncio falso na seção de encontros, usando os mesmos padrões que as vítimas adquiriram, e assim talvez atrair o assassino ou possíveis suspeitos.
E a partir daí, começam a marcar encontros com várias mulheres em restaurantes e ver se alguma delas tinha algum tipo de ligação com o ou os assassinos.
Durante essa operação arriscada, Frank conhece Helen Cruger (Ellen Barkin), uma mulher atraente, confiante, enigmática. E mesmo ela parecendo se enquadrar no perfil das mulheres ligadas às vítimas, Frank se envolve sexualmente com ela. A relação deles é intensa, cheio de erotismo, mas também de desconfiança. Frank se vê dividido entre o dever policial e a crescente paixão por Helen, que desperta nele sentimentos há muito tempo adormecidos, porém que agora estavam à flor da pele.
E conforme o relacionamento dos dois vai avançando, os assassinatos continuam. E a tensão aumenta. As dúvidas e as faltas de respostas também. Será que Helen é assassina? Frank tenta equilibrar o desejo e o instinto de autopreservação. Além de lidar com seus próprios fantasmas: O alcoolismo, a solidão e o medo de confiar em alguém e quebrar a cara. Será que ainda há esperanças para ele de ter um amor? Será que Frank encontrou uma mulher para viverem juntos mesmo em meio a um mundo cheio de violência e solidão?
Bem, é um filme excelente que te faz refletir e muito sobre temas importantes como paixão, solidão urbana, amor, violência. E para vocês? Vale a pena passar por tudo o que Frank passou? Quem quiser comentar abaixo o que achou, fique a vontade. Beijos e até a próxima matéria.
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Parabéns pal analise fílmica
Parabéns pela analise fílmica