Análise do filme: Mamma Mia! (2008)

Critica de Filmes

Dirigido por Phyllida Lloyd e estrelado por Meryl Streep, Amanda Seyfried, Pierce Brosnan, Colin Firth, Christine Baranski, Stellan Skarsgård e Dominic Cooper.

Hoje a Amanda Seyfried também está fazendo aniversário (08/12) e decidi prestar uma homenagem a ela. Como eu já tinha escrito sobre O Preço da Traição, preferi mudar um pouco de gênero.

Mamma Mia! Foi escolhido por muitos outros filmes dela por que adoro esse filme que mistura comédia com musical. Eu vejo musicais há décadas. Sim, há décadas e não deixaria de fora esse. Com esse elenco? Não tem como. Amo Pierce Brosnan desde a década de 80. Meryl Streep também. Fora que há no elenco Colin Firth que é outro ator que eu gosto.

Sei que ainda não trouxe muita coisa deles, mas a ideia é de eu ir escrevendo sobre eles aos poucos. Quem me conhece sabe que gosto de falar sobre vários gêneros e décadas. Outro motivo que me faz amar o filme é a trilha sonora. Ver Meryl Streep cantando minha música preferida do conjunto ABBA é outro nível. Qual é a minha música favorita? The Winner takes it all. Talvez pelo fato de ter escutado muito quando criança.

Mas vamos ao filme: A trama é ambientada na ensolarada ilha grega de Kalokairi e acompanha a história de Sophie Sheridan (Amanda Seyfried), uma jovem de 20 anos prestes a se casar.

Ela foi criada apenas pela mãe, a energética e independente Donna Sheridan (Meryl Streep). Sophie nunca soube quem era o seu pai biológico até encontrar o antigo diário da mãe.

Sophie descobriu vendo o diário da mãe, que no período em que ela foi concebida, Donna acabou se envolvendo com três homens diferentes: Sam Carmichael (Pierce Brosnan), Harry Bright (Colin Firth) e Bill Anderson (Stellan Skarsgard).

Convencida de qualquer um deles pode ser seu pai, Sophie decide convidá-los secretamente para o casamento, acreditando que saberá quem é o seu pai assim que o ver.

Quando os três chegam à ilha, Donna entra em choque e começa a reviver as lembranças que tentou deixar para trás. E com eles na ilha o caos e a emoção começaram a tomar conta.

Enquanto Donna tenta lidar com o retorno inesperado de seus três antigos amores, ela conta com o apoio de suas amigas inseparáveis dos tempos de banda. A banda se chamava Donna and the Dynamos. Rosie (Julie Walters) e Tanya (Christine Baranski).

E juntas, elas revivem memórias, dançam, cantam e enfrentam as confusões que surgem com a proximidade do casamento. Ver todas juntas é muito engraçado. Sou fã da Christine Baranski e eu a acho muito engraçada.

Enquanto Sophie, por sua vez, percebe que descobrir sobre a sua verdadeira origem não será tão simples quanto ela imaginava. Cada um dos três homens se mostra conectado a ela de uma maneira especial e todos começam a acreditar que é realmente seu pai.

Essa comédia divertidíssima ao som de ABBA? Não tem para ninguém. Músicas como Dancing Queen, Mamma Mia e Voulvez-Vous te fazem voltar ao tempo. Isso é, se você tiver mais de 40 como eu? Talvez…

Donna ao ver os três ex-amores sentiu algumas coisas: Culpa por não ter contado a verdade à Sophie. Medo de reviver sentimentos antigos por um ou por todos os três. Vergonha de suas escolhas do passado. E uma vulnerabilidade profunda, escondida sobre sua personalidade expansiva.

Essa história avança com pitadas de humor, romance, nostalgia e emoção. E por fim, o casamento toma rumos inesperados, revelando que a verdadeira família é aquela formada por laços de amor, amizade e das escolhas feitas pelas pessoas.

Eu sei que sou suspeita para falar, mas sinceramente? Nem vi o tempo passar e quando terminei de ver estava com um sorriso estampado no rosto.

E vocês? O que vocês acharam do filme? Quem quiser comentar, fique a vontade. Um beijo a todos e até a próxima matéria.

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