Dirigido por Janeen Damian e estrelado por Lindsay Lohan, Ed Speleers, Alexander Vlahos, Ayesha Curry, Elizabeth Tan, Cody Lohan e Jane Seymour.
Outro filme que quando saiu fiz questão de ver na mesma semana. Ele foi produzido pela Netflix e tenho um carinho especial por ele. Lindsay Lohan está ótima como sempre. E como a romântica inveterada que sou até a página 11, amo essa temática e não me decepcionei. Muito pelo contrário.
Esse filme é uma comédia romântica, mas tem elementos de fantasia. Como a maioria dos filmes dela tem. Isso não é uma crítica ruim, muito pelo contrário. Amo os filmes com a Lindsay Lohan.
A trama gira em torno de Maddie Kelly (Lindsay Lohan), uma editora de livros que é muito inteligente, sensível e um tanto insegura (Quem nunca), e que trabalha como redatora para o famoso romancista Paul Kennedy (Alexander Vlahos), escrevendo uma boa parte de seus Best-sellers sem receber muito reconhecimento. (Confesso que me identifiquei com ela).
Maddie tem muita competência profissional e está apaixonada por Paul, embora ele nunca correspondeu aos seus sentimentos.
Quando Paul se envolve com Emma (Elizabeth Tan), a melhor amiga de Maddie e anuncia o casamento, Maddie decide mesmo com o coração partido apoiar a amiga em tudo. Ela coloca seus próprios sentimentos de lado para ser a madrinha do casamento.
O Casamento está marcado para acontecer na Irlanda e já por lá, Maddie tenta manter as aparências enquanto continua a celebração e a cada dia que passa sente mais deslocada.
Em meio às encantadoras paisagens da Irlanda (incluindo campos verdejantes e locais típicos do interior do país). O filme foi filmado todo na Irlanda. Nós vemos cenários rurais e paisagens pitorescas, o que acrescenta um charme extra à narrativa.
Em um momento bem introspectivo, Maddie faz um desejo impulsivo em um lugar “mágico”, uma antiga pedra de desejos. Ela pede do fundo do coração, que o amor verdadeiro vire realidade e que ela seja a noiva de Paul.
Aí eu te faço a pergunta de meio milhão de dólares. Será que o amor verdadeiro de Maddie é realmente Paul? Nesse momento eu me lembrei de alguns outros filmes como um homem de família, a felicidade não se compra, entre outros. Onde os personagens tiveram a oportunidade de terem uma segunda chance e ver o que eles realmente queriam.
Quantas vezes nós reles mortais temos uma segunda chance para termos algo que sempre quisemos e nunca tivemos a chance ou nos redimir ou até mesmo “consertar” as coisas?
E nesse momento, como em um passe de mágica, Maddie acorda em uma realidade alternativa e é a noiva escolhida de Paul. Porém, esse sonho realizado logo se torna uma ilusão. Paul como seu prometido, mostra-se bem diferente do que Maddie havia idealizado, ele é arrogante, incompatível com ela e totalmente sem graça. Ele não era o que ela realmente precisava ou achava que precisava.
Na verdade, o Destino mostra quem poderia ser o homem ideal para ela. E ela o conhece por acaso. Estou falando de James Thomas (Ed Speleers), um fotógrafo carismático e divertido que foi encarregado de registrar o casamento.
E com o passar dos dias, Maddie começa a passar muito mais tempo com James. A química entre os dois se intensifica à medida que Maddie descobre que o amor verdadeiro pode não ser aquilo que ela sempre imaginou e que seus desejos podem ter distorcido mais do que realizado suas expectativas. Era como se o destino tivesse lhe mostrando quem era a pessoa “certa” para ela.
O filme explora temas como autoestima, autoconhecimento e a importância de amar a si mesmo antes de querer conquistar outra pessoa. O filme mistura romance, humor físico e fantasia para mostrar uma jornada de amadurecimento pessoal. Agora Maddie precisa escolher entre um ideal romântico ilusório e uma conexão íntima, verdadeira.
Ou seja, ela terá que escolher entre o amor idealizado (Paul) versus amor verdadeiro (James). Qual será que ela vai escolher?
E aí? O que vocês acharam do filme? Quem quiser comentar, fique a vontade. Um beijo a todos e até a próxima matéria.
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Meu lado adolescente curtiu o filme. A matéria está ótima!