Análise: Máquina de Guerra

Critica de Filmes

Máquina de Guerra, filme da Netflix, protagonizado por Alan Ritchson, é um prato cheio para quem cresceu vendo filmes de ação dos anos 80,

A trama acompanha um grupo de elite dos Rangers do exército dos Estados Unidos em sua etapa final de treinamento. O que deveria ser um exercício, de rotina na selva, se transforma em uma luta desesperada pela sobrevivência contra uma tecnologia alienígena hostil. É aqui que o roteiro testa os limites da equipe, colocando-os em um cenário de “caça ao predador/’ que justifica com os clássicos do gênero.

Ritchson faz um personagem traumatizado pelo seu passado, onde lidera a luta para a sobrevivência.

O diretor Patrick Hughes ( Os Mercenários 3, Dupla Explosiva), consegue equilibrar o ritmo. Não é apenas pancadaria desenfreada, existe um esforço em criar uma tensão crescente conforme os Rangers percebem que não enfrentam um inimigo comum.

O diretor consegue nos entregar um bom filme de ação que honra o legado do gênero sci-fi de sobrevivência. É a pedida certa para quem busca ação nostálgica com a qualidade técnica atual.

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