Carol Maia transforma magnetismo analógico em streaming global

Música

Com sessões captadas em fita magnética no laboratório do Estúdio Urutu, o EP “Urutu Fitas” resgata a densidade sonora da década de 70 para a audiência global de música alternativa

O Estúdio Urutu, laboratório de som em São Paulo especializado em gravações  analógicas e transmissões em tempo real, é o cenário de “Urutu Fitas”, EP que Carol Maia acaba de lançar, via Algohits, com as faixas Cinza, Áspera Espaçonave, Feroz, Distante e Vermelha Rosa. Operando como um centro de produção que prioriza a captura direta e a integridade do sinal tátil, o espaço utiliza o selo Urutu Discos para registrar performances em take único diretamente em fita magnética, unindo a espontaneidade do palco à permanência do registro físico. Sob a curadoria de Vicente Barroso e técnica de Otavio Cintra, a parceria utiliza a inteligência de distribuição da Algohits para levar essa sonoridade tátil ao ecossistema global de streaming, garantindo autonomia e escala para a música feita “na mão”.

O projeto funciona como uma imersão na psicodelia urbana paulistana e serve como prévia do próximo disco solo de Carol. A faixa “Vermelha Rosa” destaca-se pelo arranjo que funde piano e a crueza do violão setentista, abordando temas de recomeço e autonomia feminina com uma interpretação visceral. Além do lançamento fonográfico, o trabalho ganha fôlego com uma live session no YouTube, que captura a estética rústica e a atmosfera de gravação direta do estúdio. A Algohits potencializa essa narrativa visual e sonora, posicionando Carol como uma das vozes mais autênticas da nova geração independente através de uma estratégia de difusão que respeita a integridade do áudio analógico.

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