Um dos grande filmes de ação dos ano 90, com ótimo protagonismo feminino
Samantha (Geena Davis) teve seu passado apagado de sua memória, ela não se lembra o que aconteceu 8 anos antes, agora trabalha como professora, ela tem o seu namorado Hal (Tom Amandes) e sua filha Caitlin (Yvonne Zima).
Após sofre um acidente, sua memória vai tendo lapsos de memórias onde começa a desenvolver técnicas de sua antiga vida.
Samantha aparece na TV em um desfile de natal, onde é vista por fantasmas do passado que querem se vingar e matar ela, porém Samantha começa a lembrar que tem habilidades para matar.
Samantha se une ao detetive charlatão Mitch Henessey (Samuel L. Jackson) que vai ajudar ela, e se descobre que Samantha na verdade é Charly que foi uma assassina profissional, então os pontos começam a ser ligados, enquanto ela e Mitch enfrentam varios assassinos que querem matá-los, onde o principal assassino é Timothy (Graig Bierko).
Esse filme escrito por Shane Black que na época foi o roteiro mais caro já vendido em Hollywood, e dirigido pelo diretor finlândes Renny Harlin, na época do filme era casado com a Geena Davis, foi pensado em sequências que nunca aconteceu.
Um baita filmaço de ação parecendo até um suspense, cheio de tiros, explosões, cenas bem inteligentes e estratégicas para o filme do gênero, com bastante criatividade tendo bastante interação e confrontos envolvendo os personagens, envolvendo até alguns momentos de alivios comicos.
Geena Davis e Samuel L. Jackson estão em boa sintonia, a atmosfera do filme é sensacional, recheado de ação, filme bem movimentado, um roteiro muito bem orquestrado.
No elenco também tem David Morse Brian Cox, Patrick Malahide, Alan North, Melina Kanakaredes, Edwin Hodge, Larry King.
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Parabéns pelo artigo
Realmente sensacional sua análise desse filme. Tenho o DVD, assisto de vez em quando, Gena Davis está demais!
Eu nunca assisti esse filme todo, mas sei que ele é comentado até hoje. Irei vê-lo completo assim que for possível. Partircularmente gosto bastante de alguns filmes do Shane Black. Gostei muito de “Beijos e Tiros” e “Dois Caras Legais”. Parabéns pela análise, André!