Análise do Filme: Somos Todos Iguais. (2017)

Critica de Filmes

Dirigido por Michael Carney e estrelado por Renée Zellweger, Greg Kinnear, Djimon Hounsou, Jon Voight, Olivia Holt, Daniel Zacapa, Lara Grice, Dana Gourrier e Thomas Francis Murphy.

Nessa semana eu revi esse filme para fazer uma live no meu canal no Youtube (Psicóloga no Cinema) e achei que seria interessante fazer uma matéria sobre ele. Que história mais linda, Renée Zellweger e Djimon Hounsou estão excelentes nesse filme. Greg Kinnear também está, mas a personagem da Renée (Débora) e o personagem do Djimon Hounsou (Denver) são os principais aqui.

O filme é do gênero drama e é baseado em uma história real que fala sobre transformação, empatia e redenção. E que já me deixou encantada e emocionada em apenas segundos de exibição. É o estilo de filme que gosto e recomendo. E me fez refletir sobre a vida, e sobre tudo que nós temos ou não.

A história acompanha a vida do casal Ron (Greg Kinnear) e Debbie Hall (Renée Zellweger). Ron é um negociante de arte muito bem sucedido que vive uma vida confortável com sua esposa, mas o casamento entra em crise quando ele tem um caso extraconjugal.

Eles tentam salvar a relação que já estava praticamente no fim, mas infelizmente, ele a trai novamente. Um dia, Debbie decide levar Ron em um trabalho voluntário que tem feito em um abrigo para pessoas em situação de rua. Ela o incentiva a ajudar esse abrigo também.

No início, ele não quer e dá desculpas para sair fora, mas ela acaba convencendo o marido, e Ron além de ficar naquele dia, a ajuda outras vezes também.

E é nesse abrigo, que eles conhecem Denver Moore, um homem em situação de rua e que age de forma extremamente violenta e agressiva.

O que não sabemos é que Denver teve um passado difícil e é alguém marcado por traumas desse passado. No início, Denver resiste de ficar perto de Ron e Debbie, mas aos poucos o casal consegue fazer amizade com ele e criar um laço, um vínculo emocional que ninguém estava esperando.

Enquanto Denver vai contando sua trajetória de vida e todos os motivos que o levaram a “endurecer” como ser humano, Ron foi mudando completamente o seu jeito de ser. E passou a confrontar os seus próprios preconceitos e rever os seus valores.

Denver era um homem tão ferido, tão marcado por traumas do passado que essa “violência” era uma forma dele de se defender de outras pessoas.

O filme retrata temas como: Desigualdade social, o perdão, a fé e a importância da empatia nos seres humanos. Debbie era uma mulher empata e não aparentava julgar ninguém. Ela tentava entender todas as pessoas.

E as relações entre os personagens que aparentemente tinham vidas muito diferentes e até mesmo opostas viram que eles poderiam transformar as suas próprias vidas se houvesse empatia e compreensão de todos os lados.

E apesar das diferenças sociais, culturais e tantas outras, será que somos tão diferentes assim? Porque talvez, no fim, nós sejamos mais parecidos com os nossos irmãos do que a gente imagina.

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