Paul Walker em mais um filme envolvendo carro além de Velozes e Furiosos, uma filme de ação e perseguição bem básico.
Nessa produção Norte americana/Sul- africana, de apenas 1 hora e 22 minutos, um road movie de ação bem simples, onde o filme inteiro Paul Walker está dentro do carro.
Michael Woods (Paul Walker) ex-prisioneiro americano que viola sua liberdade condicional, e aluga um carro em uma locadora na cidade de Joanesburgo na Africa do Sul, porém é dado pra ele outro carro que não é o que ele queria alugar, afim de não perder tempo, ele pega esse carro errado mesmo e segue viagem para poder ter uma reconciliação com sua ex-esposa (Leyla Haidarian).
Mas tudo complica quando no carro tem um celular e um revolver, e mais tarde ele descobre uma mulher amarrada e amordaçada no porta malas desse carro, ela se chama Rachel Shabangu (Naima McLean) é promotora que estava preste a denunciar um grande caso de corrupção policial e sobre trafico humano.
Michael decide ajudar Rachel a denunciar essa rede improba e chegar no tribunal para contar a história de corrupção local, no meio do caminho ele vai tendo problemas com ladrões locais, passando por ruas pobres da Africa do Sul, mas o pior de tudo é toda policia corrupta da cidade de Johanesburgo na caçada do veículo 19, que é o carro que Michael está dirigindo, onde ele vai ter que acelerar e correr e ter todo cuidado pra não ser morto.
Além de lembrar o próprio Velozes e Furiosos por envolver o próprio Paul Walker, o filme também lembra de cenas de “Resgate em Alta Velocidade”.
Um filme bem ponderado, nada demais, não é ruim, mas não traz nada de novo e nem de grande, apenas um filme para passar o tempo, entretenimento bem comum.
Dirigido por Mukunda Michael Dewil, no elenco também tem Gys de Villiers, Welile Nzuza, Mangaliso Ngema, Ernest kubayi, Sizo Motsoko, Brandon Lindsay, Paul Pieterse.
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Essa sinopse lembra bastante Velozes e Furiosos. Esse filme tentou pegar carona no sucesso da franquia. É típico de Hollywood, quando uma fórmula dá certo, eles tentam reproduzi‐la até à exaustão.
Parabéns pela resenha, André!