“O filme que conta a vida sobre Jair Bolsonaro tem uma chance de nunca ser exibida nas salas de cinema. E isso não é militância e nem teoria da conspiração e sim direito tributário básico. A produtora Go Up Entertainment que nunca fez um filme na vida decidiu internarnacionalizar a produção. E mandou todo o dinheiro para um fundo no exterior. Foram cerca de 62 milhões do Daniel Vorcaro. Só que ao mandar esse dinheiro para o exterior o filme caiu direto no CONDECINE remessa que é um tributo de 11% cobrado pela ANCINE justamente para desincentivar a evasão de divisas no audiovisual e incentivar as produções nacionais”.
“11% de R$ 62 milhões dá mais ou menos R$7 milhões que eles devem para o CONDECINE e eles ainda não pagaram. Além disso, O Intercept já revelou que eles gravaram aqui no Brasil sem registro de obra, sem alvará, sem comunicar a ANCINE. A Agência já abriu uma investigação para apurar o que aconteceu”.
“E eles sabem disso. Qualquer produtor amador sabe disso. Isso foi feito de propósito justamente para o filme ser barrado. E há dois motivos para isso. Primeiro que assim eles podem dar o calote nos investidores porque se você somar os 62 milhões mais os 7 milhões de impostos mais os custos de produção e distribuição… Esse filme não tem como se pagar. Ele teria que bater todos os recordes de bilheteria nacional. É impossível. É o golpe perfeito mas não é novidade”.
“Em 1968, o filme “Primavera para Hitler” tinha o mesmo roteiro. Captou o dinheiro do investidor, produziu uma obra mequetrefe e sumiu com a grana. A diferença é que naquele filme era sátira aqui é realidade. Segundo, o filme ser barrado é tudo o que eles precisam para poder gritar censura, perseguição política e posar de mártir e de perseguidos pelo sistema”.
Isso foi retirado do vídeo que está no Instagram, do Álvaro Marzochi. O link do vídeo é: https://www.instagram.com/reels/DYpldXwN6aZ/
![]()

