Análise: Magnum 44 (1973)

Cinema Critica de Filmes

Com o sucesso de ” Perseguição Implacável (1971), Clint Eastwood voltava no papel do policial Dirty Harry em ” Magnum 44 ( 1973)

Dessa vez com direção de Ted Post, com quem ele havia trabalhado em ” A Marca da Forca( 1968). Don Siegel dessa vez não fez parte da produção , e não quis fazer parte da sequência.

O roteiro de John Millus( diretor de Conan, O Bárbaro) é Michael Cimono ( O Franco Atirador) foram baseados na história do Esquadrão da Morte que ocorreu no Brasil na década de 60 e início dos anos 70.

Dessa vez Dirty Harry ( Clint) tem que investigar uma série de crimes em São Francisco , onde as vítimas são grandes criminosos figurões que conseguem escapar da justiça.

Harry entra em conflito com o seu chefe ( o ótimo Hal Holbrook de ” Os Últimos Homens do Presidente) em razão de seus métodos nada tradicional , já visto no primeiro filme.

Essa segunda parte, consegue trazer um arco mais interessante sobre o personagem, e o deixando muitas vezes menos ” odiado ” ou ambíguo, do que foi apresentado anteriormente.

O elenco de coadjuvante é composto também por Robert Urich ( do seriado Vegas e SWAT); Tim Matheson ( O Clube dos Cafajestes) é David Soul ( seriado ” Starsky & Hutch) .

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