Análise do Filme: Uma Babá Quase Perfeita. (1993)

Critica de Filmes

Dirigido por Chris Columbus e estrelado por Robin Williams, Sally Field, Matthew Lawrence, Lisa Jakub, Mara Wilson, Harvey Fierstein, Pierce Brosnan, Robert Prosky, Anne Haney, Polly Holliday, Betsy Monroe, Martin Mull, Joe Bellan, Scott Capurro, Jessica Myerson, Paul Guilfoyle e William Newman.

Nesse clássico da sessão da tarde dos anos 2000, traz uma nostalgia enorme para mim. Rever o saudoso Robin Williams é tão bom. E aqui ele está fazendo algo que gosta: uma comédia com uma dose de drama. E podendo improvar bastante como ele adorava fazer. Ver esse filme sem se emocionar ou até mesmo não dar umas boas gargalhadas? Então você não está vendo o mesmo filme. Mara Wilson novinha. Que saudades dessa época.

O filme conta a história de Daniel Hillard, um pai carismático, divertido e extremamente ligado aos filhos, mas que tem dificuldade em manter responsabilidades e estabilidade profissional. Após uma festa de aniversário desastrosa e caótica, sua esposa Miranda pede o divórcio.

Como ele é um homem imaturo e está desempregado, acaba perdendo a custódia provisória dos três filhos e só pode vê-los uma vez por semana, ele decide tomar uma medida extrema: Ele pede ajuda ao seu irmão maquiador para se disfarçar. E acaba criando a identidade da Sra. Euphegenia Doubtfire, uma idosa governanta escocesa. Candidata-se à vaga de babá em sua antiga casa e é contratado pela própria ex mulher. E sem que ela saiba sua verdadeira identidade.

A partir daí, o filme mistura humor e emoção, mostrando as situações engraçadas que surgem com o disfarce, ao mesmo tempo em que Daniel aprende, na prática, o que significa ser um pai mais responsável. Ao vivenciar o cotidiano da casa sob outra perspectiva, ele passa a compreender melhor as dificuldades de Miranda e amadurecer emocionalmente.

Isso é de certa forma, irônico. Ele precisou estar na pele de outra pessoa para perceber que era um homem totalmente imaturo e que estava agindo de uma forma tóxica não somente com Miranda, mas também com os filhos.

Com o tempo, sua identidade acaba sendo revelada, o que gera conflitos e consequências legais. No entanto, Daniel consegue provar que mudou, e o filme termina com uma mensagem sensível sobre diferentes formas de família, mostrando que, o amor entre pais e filhos pode permanecer forte e saudável.

Sinceramente minha visão desse filme mudou um pouco com o passar do tempo. Sei que ele amava incondicionalmente os filhos, mas não gostei da atitude dele em não aceitar no início que não podia mais ficar o tempo todo com os filhos e inventar essa babá escocesa só para ficar com os filhos. É uma linda prova de amor, porém um tanto imaturo.

Continua sendo um ótimo filme, e vale a pena ver ou rever e assim matar um pouco da saudade imensa do saudoso Robin Williams. Outra coisa que gostei também foi rever o personagem do Pierce Brosnan. Ele está ótimo como sempre.

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