Atriz, apresentadora e influenciadora inicia nova fase da carreira com primeiro single autoral como DJ e produtora após anos de preparação.
Depois de construir uma trajetória na televisão e nas redes sociais, Monique Bertollini acaba de dar um novo passo na carreira. Conhecida nacionalmente pela participação no João Kléber Show, a artista lançou “Magnetic”, faixa que marca sua estreia oficial como DJ e produtora musical e inaugura um novo momento profissional.
Apesar de a novidade surpreender parte do público, a relação de Monique com a música eletrônica começou muito antes da decisão de assumir os decks. Desde os 18 anos, ela frequenta festivais e clubs em diferentes países, experiência que despertou o interesse em transformar a paixão pela cena eletrônica em profissão. Tomorrowland, Ultra Music Festival, Universo Paralello, Tribe e Só Track Boa estão entre os eventos que ajudaram a construir sua identidade artística.
Antes do lançamento de “Magnetic”, Monique investiu na formação como DJ e produtora musical pela AIMEC, dedicou-se ao aperfeiçoamento técnico, gravou diversos sets e realizou apresentações no Brasil e no exterior, incluindo uma temporada na Tailândia. A decisão de esperar até se sentir preparada fez parte da estratégia para construir uma carreira baseada em consistência e não apenas na popularidade conquistada na televisão.
“Existe um certo preconceito. Quando você já é conhecida por outra profissão, muitas pessoas acreditam que está entrando na música apenas pela visibilidade. Ouvi comentários como ‘é só mais uma famosinha querendo tocar’. Mas nunca me preocupei em responder com palavras. Preferi responder estudando, praticando e respeitando a cultura da música eletrônica. A credibilidade não se conquista pela fama, mas pela consistência”, afirma.
Com influências do tech house, “Magnetic” apresenta grooves marcantes, linhas de baixo envolventes e uma atmosfera pensada para as pistas de dança. O single também integra um projeto internacional voltado à valorização de mulheres na música eletrônica, tendo Ibiza como uma das principais referências da iniciativa.
Para a artista, a estreia representa o fim de um longo período de preparação. “Foram anos de preparação antes de me sentir pronta para mostrar meu trabalho. Sempre tive a preocupação de não acelerar esse processo. Queria lançar minha música apenas quando sentisse que existia uma identidade artística sendo construída, e não apenas um projeto baseado na minha imagem”, explica.
Com “Magnetic”, Monique Bertollini inicia uma nova fase apostando na música eletrônica como um projeto de longo prazo. A estreia marca o encontro entre anos de formação, experiências internacionais e o desejo de construir uma identidade própria dentro da cena, mostrando que o recomeço também pode ser um passo natural na trajetória de um artista.
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