Análise “Um Índio na Cidade” (1994)

Critica de Filmes Humor

Uma divertida comédia infanto-juvenil francesa, com aquelas piadas mais noventistas

O filme francês foi lançado nos Estados Unidos pela Disney e ganhou um remake americano inclusive, que é o filme “Meu Filho das Selvas” com Tim Allen, nessa versão francesa que segue a mesma premissa do remake, com pequenas mudanças na história.

O corretor financeiro Steph ( Thierry Lhermitte) está para se casar com Charlotte (Arielle Dombasle), mas antes disso ele precisa ir para Venezuela para se divorciar de Patricia (Miou- Miou) que vive com um tribo indigena isolada, e quando ele chega na tribro, descobre ter um filho de 13 anos com ela chamado Mimi-Siku (Ludwig Briand), e precisa levar o seu filho que acabou de saber da existência, para conhecer Paris.

Mimi-Siku sem conhecimento do mundo urbano, vai gerar muita confusão com as pessoas ao redor de seu pai e também na cidade de Paris.

Mimi vai acabar se apaixonando pela Sophie (Pauline Pinsolle) filha de Richard (Patrick Timsit) que é parceiro de trabalho de Steph, mas essa relação não vai agradar nenhum pouco os pais de Sophie.

A versão francesa é mais despojada, com menos filtro, apesar de ser feita mais para o público jovem, tem morte de pombas, costumes mais engraçados de desconhecimentos indígenas que seriam muito questionados se fizessem hoje.

Tem momentos bem engraçados e um humor mais refinado, não é apelativo.

O diretor Hervé Palud usa muitos planos abertos, médios e planos americanos.

O filme foi um sucesso de bilheteria, tanto que foi feita a versão americana como citada no texto.

No elenco também estão Louis Becker, Marie-Charlotte Leclaire, Olga Jirouskova, Marc de Jonge, Dominique Besnehard, Jackie Berroyer, Philippe Bruneau, Katja Weitzenböck

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