Em Rio Grande da Serra, 44% do esgoto gerado é despejado em mananciais sem qualquer tipo de tratamento. Segundo os dados divulgado pelo Diário do Grande ABC, o problema atinge diretamente cerca de 6.600 residência que ainda precisam de ligação à rede pública de coleta.
A gravidade disso é que o município todo integra a Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais da Represa Billings, um dos principais reservatórios de abastecimento da Grande São Paulo. E um estudo feito na Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS) avaliou 16 córregos e riachos da região e concluiu que o Índice de Qualidade da Águá (IQA) em todos eles é péssimo.
O contato direto com os efluentes a céu aberto aumenta ainda mais surtos de dermatites, conjuntivites, infecções respiratórias e doenças diarreicas agudas.

Crédito da Foto: André Henriques – DGABC
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