Inhotim lança filme publicitário em celebração aos 20 anos com o mote “É sempre tempo de Inhotim”

Cinema

Produção de 90 segundos, dirigida por Bárbara Magri (Saigon), estreia em TVs, cinemas e mídias OOH em todo o Brasil e coloca no centro da narrativa os gestos cotidianos que dão sentido ao maior museu a céu aberto da América Latina

Brumadinho (MG) — O Instituto Inhotim lança um novo filme publicitário em celebração aos seus 20 anos. Com 90 segundos de duração e o mote “É sempre tempo de Inhotim”, a produção será veiculada em TVs, cinemas e mídias out-of-home (OOH) em todo o país.

Assinado por Bárbara Magri, da produtora Saigon, o filme rompe com o repertório visual mais recorrente sobre o Inhotim — focado na beleza das paisagens, obras, galerias, jardins e vistas aéreas — para colocar no centro da narrativa os pequenos gestos cotidianos que, ao longo de duas décadas, dão sentido ao território: um beijo, um casal, uma celebração, uma primeira descoberta. A câmera se volta para a apropriação humana da paisagem, revelando como as pessoas recriam esse espaço, em diferentes momentos, a partir de atitudes que a princípio parecem simples, mas se mostram poéticas e inspiradoras. É um retrato do museu ocupado pelas pessoas: são elas que dão sentido e renovam o sentido das paisagens de Inhotim.

“É um enorme orgulho ter a confiança do Inhotim para registrar esses 20 anos a partir do meu olhar. Frequento o Inhotim desde o início e, ao longo dos anos, construí uma relação muito próxima e afetiva com esse lugar. É justamente dessa intimidade que nasce o filme: da vontade de retratar o espaço por um olhar mais próximo, sensível e pessoal, acrescentando uma nova camada às tantas possibilidades que o Inhotim oferece a quem o visita e explora.”, afirma Bárbara Magri. 

Entre os destaques do filme está a participação do artista Cildo Meireles, que contracena com Elton Damasceno, gerente de Ateliê e funcionário há 20 anos do Inhotim, em uma cena que simula uma situação real de montagem e manutenção da obra “Através”, de autoria do próprio Cildo. Ao longo de sua trajetória na instituição, Elton integrou as equipes responsáveis pela montagem de diversas obras icônicas do acervo. A cena, portanto, recria uma situação real.

O filme traz ainda a participação de 12 crianças do projeto Escola de Música Inhotim, iniciativa histórica da instituição que oferece formação musical gratuita, em diversos níveis, a pessoas de todas as idades. Todas as crianças envolvidas são moradoras de Brumadinho.

Completa o elenco o museólogo Alison Valentim, colaborador do Inhotim, que interpreta um trabalhador da instituição que a frequenta desde criança — uma referência direta ao papel do Inhotim como núcleo de formação para jovens de Brumadinho e região, que ali descobrem novas possibilidades de estudo e de profissão.

“Entre todos os adjetivos que este filme carrega, escolheria ‘coerente’ para defini-lo. Ele representa muito bem o conceito do Inhotim como um lugar que articula, como nenhuma outra instituição, arte e natureza. Além disso, é coerente com o momento institucional do Inhotim: projetando-se para o futuro e fortalecendo o contato com as pessoas que constroem esse espaço e como o território onde está. Ficamos felizes em ter, entre representantes e representados, funcionários e alunos da nossa Escola de Música — algo totalmente alinhado com nossa missão e visão”, afirma Wendell Silva, gerente de Comunicação do Inhotim

“É muito especial poder contribuir para registrar a memória de um lugar que há tanto tempo inspira, transforma e aproxima as pessoas da arte, da natureza e da cultura de uma forma tão ampla. Fazer este filme foi um exercício de olhar e de traduzir em imagens a potência de um lugar tão singular, deixando que sua paisagem, suas obras e sua atmosfera também contasse essa história, mas sem nunca fazer isso de maneira óbvia. Esse era um dos grandes desejos da Bárbara: encontrar uma forma de contar Inhotim que fosse capaz de revelar sua essência sem tentar explicá-la, deixando que as imagens também provocassem, sugerissem e despertassem sensações.”, afirma Victoria Scaff, produtora executiva da Saigon. 

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