Novas exigências divulgadas em país produtor devem refletir nas unidades vendidas em solo brasileiro
O Partido Comunista Chinês apresentou no último mês de setembro o seu plano quinquenal (2026-2030) e através do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China, fez a divulgação das metas para a sua indústria no ramo automotivo.
Com foco nos veículos eletrificados, uma das diretrizes é fazer valer uma maior eficiência energética dos produtos feitos por suas marcas, no qual cada vez mais também são vendidos no Brasil. E este é o motivo que pode beneficiar os consumidores do país sulamericano.
Ofensiva vermelha
Somente em agosto e com números da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), a BYD e a Geely foram responsáveis por 82% das vendas de veículos automotores no país. Quanto as marcas GWM, GAC, MG e Leapmotor se somadas, a fatia sobe para os 90%.
Números totais alcançaram 27.073 veículos vendidos exclusivamente com propulsão elétrica.
Munido de todos os dados, podemos ver que as vendas em território chinês refletem invariavelmente no mercado brasileiro.
Destaques no campo de entrada
Dentre os modelos compactos considerados de entrada, destacam-se os BYD Dolphin Mini GS, seguido do Geely EX2.

Foto: da esquerda para a direita, Geely EX2 e BYD Dolphin Mini; dois dos modelos elétricos chineses mais vendidos no Brasil
As propostas são de equipá-los com baterias de maior eficiência, resultando em economia de consumo e ao mesmo tempo maior autonomia, mantendo o custo final.
Um dos caminhos é a execução de um programa que receberá o nome de IA + Automóvel, onde o uso de inteligência artificial auxiliará na busca de gestão da energia, interação com o motorista, detecção de forma preventiva de possíveis falhas, e interação com o motorista.
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