Operário vence Londrina nos pênaltis e conquista o título

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Mesmo atuando fora de casa, o Operário Ferroviário começou a partida com postura ofensiva diante do Londrina Esporte Clube, no Estádio do Café. Logo no primeiro minuto, Moraes aproveitou falha da defesa do Tubarão, roubou a bola na área e finalizou, mas parou na defesa do goleiro Maurício Kozlinski.

Aos 3 minutos, Bochilia arriscou de fora da área e novamente Kozlinski evitou o gol. Aos poucos, o Londrina passou a equilibrar a partida e respondeu aos 14 minutos, quando Paulinho Moccelin cruzou fechado e o goleiro Vágner precisou espalmar.

Apesar de maior posse de bola do Operário no primeiro tempo, o jogo seguiu equilibrado e com poucas chances claras. Aos 25 minutos, Bruno Santos arriscou de longe e Vágner fez a defesa. Na sequência, Moraes tentou para os visitantes, mas Kozlinski segurou firme. Já nos acréscimos, Kevyn levantou na área e Moraes desviou contra, levando perigo ao gol do Londrina na melhor oportunidade antes do intervalo.

Na segunda etapa, com o título em disputa, a partida ganhou em tensão. Aos 10 minutos, Bruno Santos apareceu livre na segunda trave após chute cruzado, mas mandou por cima, desperdiçando grande chance para o Londrina. Aos 16, o atacante voltou a ter oportunidade após cruzamento de Gilberto, mas novamente não conseguiu converter.

Nos minutos finais, o Operário também teve sua chance. Aos 48, Edwin Torres recebeu de frente para o gol e bateu forte, exigindo boa defesa de Kozlinski. Logo depois, uma confusão generalizada resultou nas expulsões de Vinícius Diniz e Willian Chumbinho.

Ainda houve tempo para mais uma chance clara do Londrina: aos 54 minutos, Fabiano recebeu na pequena área, mas isolou a finalização. Com o empate sem gols no tempo regulamentar, a decisão foi para as penalidades máximas.

Outro ponto que chamou a atenção na partida e que a rivalidade não ficou apenas no futebol resultando em expulsões desnecessárias, apesar da rivalidade ser grande entre as duas equipes a violência em campo não se justifica.

Faltou um psicológico mais forte para os atletas de ambos os times em uma final

Nas cobranças de pênaltis, brilhou a estrela do goleiro Vágner, que defendeu as batidas de Iago Teles e André Luiz. Do outro lado, Kozlinski ainda chegou a defender a cobrança de Léo Gaúcho, mas não foi suficiente para evitar a derrota. Com isso, o Operário levou a melhor e ficou com o título.

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