Dirigido por Jerry Zacks e estrelado por Meryl Streep, Diane Keaton, Leonardo DiCaprio, Robert De Niro, Hume Cronyn e Gwen Verdon.
Esse filme é um drama emocional e sensível que aborda os laços familiares, o perdão e a redescoberta do amor diante da doença e do tempo perdido. Confesso que na primeira vez que vi esse filme, achei que a personagem da Meryl Streep tinha deixado tudo nas costas da irmã, interpretada pela Diane Keaton. E, sinceramente não tinha gostado muito dessa atitude. Amo o trabalho da Meryl. E ela é para mim, uma das melhores atrizes da atualidade. O papel da Diane Keaton aqui está excelente. Se bem que só tem nome de peso nesse filme.
Leonardo DiCaprio fez aniversário ontem (11/11) e foi esse filme que escolhi para fazer uma homenagem. Para mim o personagem dele e o da Diane Keaton foram os melhores. Mas com esse time de peso não tem filme ruim. Muito pelo contrário. Tenho muito carinho por essa trama.
A história gira em torno de Bessie (Diane Keaton). Uma mulher que passou a vida toda cuidando do pai idoso e doente, Marvin (Hume Cronyn), e de uma tia excêntrica, chamada Ruth (Gwen Verdon), que tem problema cerebral e vive tendo ataques. Ruth é uma pessoa altruísta que dedica todo o seu tempo para a família. E quase nunca pensa em si mesma.
Confesso que ela me faz me lembrar de George, o personagem de James Stewart em A felicidade não se compra. Em vários momentos me peguei pensando em George.
As coisas começam a mudar quando Bessie descobre que está com leucemia e precisa de uma medula óssea. Ela não tem muito contato com Lee (Meryl Streep), mas como ela não conhece muita gente, Bessie entra em contato com a irmã que vive em Ohio. As duas não se veem há muito tempo, há mais de 20 anos. Desde uma separação marcada por ressentimentos e estilo de vida opostos.
E desde o início você vê o quão diferente elas são. Lee é alguém mais centrada em si mesma, prática e impulsiva. Ela tem dois filhos e é mãe solteira. Seus filhos são Hank (Leonardo DiCaprio), um adolescente rebelde e que está internado em um hospital psiquiátrico depois de ter posto fogo na casa da família, e Charlie (Hal Scardino), filho mais novo. Ele é tímido e nerd.
Quando Lee e os filhos viajam para a Flórida, onde mora Bessie para fazer os testes de compatibilidade, antiga mágoa e ressentimentos veem a tona. Mas por incrível que pareça Hank, o filho rebelde, acaba criando um vínculo inesperado com a sua tia doente. Bessie acolheu a todos sem julgamento e essa atitude surpreendeu ao jovem adolescente.
E durante o tempo que eles estão juntos, as irmãs começam a reavaliar suas escolhas e o sentido de vida. Bessie, que sempre viveu para os outros, redescobre o valor de ser amada e cuidada. Algo que ela não tinha noção de como era. Já que sempre foi quem cuidou e amou. Essa lição de como receber amor, afeto e cuidados é extremamente importante em nossas vidas e não é todo mundo que sabe receber amor.
Por outro lado, Lee, que sempre fugiu das responsabilidades familiares, aprende sobre sacrifício e amor, afeto verdadeiros. Ela começa a entender o que sua irmã fez a vida toda. Empatia é a palavra chave nesse momento. Essa palavra é tão importante. E infelizmente, não é todo mundo que sente.
Enfim, o filme também fala de reconciliação, compaixão, generosidade e o poder de se reconectar com quem se ama antes que seja tarde demais.
O personagem do Robert De Niro é médico e trabalha no hospital que Bessie frequenta. Seu tempo de tela é curto, porém essencial. Minha nota nesse filme é alta. E não tem como não ser. Como dizem algumas pessoas tem a minha cara. Eu sei que é verdade.
Mas eu quero saber de vocês. O que vocês acharam do filme? É um dos melhores do Leonardo DiCaprio para mim. E para vocês? Se quiserem comentar algo abaixo, fique a vontade. Eu vou ficando por aqui. Beijos e até a próxima matéria.
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