Direção: Bigas Luna
Elenco: Olivier Martinez, Aitana Sánchez-Gijón, Romane Bohringer, Sergio Castellitto, Didier Bezace, Aldo Maccione, Jean-Marie Juan, Arno Chevrier, Marianne Groves, Didier Bezace
Jovem operário ganha convite para ver a inauguração do Titanic. No local, conhece bela camareira do navio. Ao voltar para a França, desconfia que sua mulher o traiu, e de vingança inventa histórias sobre ele e a funcionária do transatlântico.
Na época quando vi o título numa revista SET eu jurava que era alguma paródia tosca de “Titanic”, mas na verdade é uma dramédia onde as fantasias do protagonista são o foco principal. Olivier Martinez mesmo com sua inexpressividade convence como Horty, o apaixonado que inventa mil momentos de amor louco com a camareira Marie, interpretada por Aitana Sánchez-Gijón. Quem termina roubando a cena é a bela Romane Bohringer que faz Zoe, a esposa de Horty, embora feliz com o retorno do marido, Zoe carrega um peso grande devido as histórias contadas por Horty para todos na cidade. Mesmo sendo um dos mais fracos do diretor Bigas Luna, é ainda assim uma bela obra, sensível, sensual e romântica. Vale ser conferido.
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