Comédinha infantil que é divertida na sua proposta
Daniel Miller (David Paymer) , um cara mal humorado, mas bem certinho, que nunca chega atrasado, tem o grande dia da sua vida, onde terá a grande oferta para promoção na sua empresa, mas sua mulher (Stellina Rusich) está doente, e sobra pra Daniel levar os filhos e vizinhos para escola antes do trabalho.
A Van que Daniel dirige com as crianças e adolescentes está irritando ele, então ele para pra tomar um café em uma padaria, e uma grande confusão acontece, Franklin Laszlo (Tom Arnold) em uma oportunidade sequestra Daniel por engano como diz o título do filme.
Na Van cheia de crianças e adolescentes, e com Daniel doido da vida que vai perder a promoção, Franklin é carismático e ganha a simpatia das crianças o que deixa Daniel mais incomodado, enquanto isso o automóvel que eles estão começa a ser perseguido e uma série de trapalhadas ocorrem.
Um tenente bem louco (Kim Coates) e uma fiscal de parquímetro (Rhea Perlman) estão na perseguição do carro cuja que Franklin está mantendo refém, mas pode dizer que o único que não está se divertindo na história é Daniel, as crianças cada vez mais vão sendo cativadas por Franklin.
Como uma comédia infantil, o filme tem um lado mais amigável, o humor tem seus bons momentos, algumas cenas dá pra rir, e consegue fazer um bom entretenimento do gênero, o filme diverte com suas características, um bom passatempo.
Tom Arnold estava na sua fase do auge do humor, depois dele ter feito o sucesso True Lies ao lado de Schwarzenegger, rivalizou com Rick Moranis em Inimigos para Sempre, E tirou a paz de Hugh Grant em Noves Meses, ele faz esse papel em Sequestro por Engano.
Dirigido pelo canadense Arthur Hiller, no elenco também tem Rachael Leigh Cook, Obba Babatundé, Mikey Kovar, Rod Steiger, Colleen Rennison, Jordan Warkol, Betty Linde, David Kaye, Alan van Sprang, Dolores Drake, Patti Allan, John Tench,Victor Favrin.
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Pelo que lembro, acho que cheguei a ver esse filme na adolescência. Lembro que achei divertido. A sua resenha me fez lembrar de alguns elementos da história. Parabéns pela resenha, André!