Quebrando a expectativa, fazendo algo que não é novo, mas desenvolvendo muito bem a história e técnicas de direção.
Adaptação do Manhwa ou quadrinhos sul-coreano Jombittal.

Fazendo sucesso em sucesso em outros países, a produção sul-coreana é uma comédia adolescente de terror, que surpreende positivamente.
Quando você pensa no título do filme, você logo lembra do fraco filme hollywoodiano “Meu Namorado é um Zumbi”, mas não chegue com pé atrás, essa produção sul-coreana funciona e tem qualidade.
Lee Jung-hwan (Jo Jung-suk) trabalha com animais, e tem sua filha adolescente Lee Soo-ah (Choi Yu-ri) e um gato.
Quando Zumbis invadem a região que ele mora, sua filha é mordida e se torna um deles, mas como pai que ama sua filha, decide manter ela viva e levar para sua mãe dele ( Lee Jung-eun).
Percebendo que as memórias da filha funcionam através de música, comida e outras coisas e que ela obedece o pai, ele decide um treinamento com a filha, com a ajuda da mãe e de um amigo Jo Dong-bae (Yoon Kyung-ho) passa a treinar ela, e percebe que consegue fazer que ela seja um Zumbi vivendo em sociedade.
Com muito humor, drama, situações engraçadas, fazendo tipo um módulo de pânico com referência a Zumbis.
Fazendo inclusive mexer com o sentimento humano em uma proposta das mais Inesperadas.
Além de tudo o filme é muito bom na parte técnica, direção, montagem e fotografia de qualidade.
Enquadramentos sensacionais, desde close-ups para demonstrar expressões humanas, até contra-plongée, planos abertos, os planos de câmera é muito bem realizado.
O filme é dirigido por Pil Gam-sung, lançado pela N Studios na Coreia do Sul, no Brasil é distribuído em parceria da O2 com Omelete.
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Interessante, o contexto muda, dando um aspecto mais humano, foge um pouco dos roteiros comuns de filmes do gênero
Eu não conhecia esse filme. Parece interessante. Me lembrou um filme do Schwarzeneggeer, em que a filha dele vira um zumbi. Está disponível no YouTube. Mas o filme americano não tem humor, ele é bem dramático. É um drama misturado com terror. Parabéns pela resenha, André!