O Flamengo encerrou nesta semana a novela envolvendo a renovação de contrato de Erick Pulgar.
O novo vínculo com o volante chileno vai até o fim de 2029, um ano além do período inicialmente oferecido pela diretoria rubro-negra.
A permanência do jogador ganha ainda mais importância diante do risco de uma saída nesta janela de transferências. A multa rescisória de Pulgar havia sido reduzida para US$ 4 milhões, cerca de R$ 20 milhões, o que despertou o interesse de clubes dos Estados Unidos e do Oriente Médio.
Entre os interessados esteve o Mônaco, da França. O técnico Filipe Luís chegou a entrar em contato diretamente com o volante, mas o clube francês tem como prioridade em seu projeto a contratação e o desenvolvimento de jogadores jovens e decidiu não avançar nas negociações.
A situação também chamou a atenção de clubes dos Emirados Árabes Unidos. O Shabab Al-Ahli, comandado pelo técnico brasileiro André Jardine, e o Al-Jazira chegaram a ficar próximos de contratar Pulgar.
A multa rescisória do chileno ainda teria uma nova redução de US$ 1 milhão em dezembro. Por isso, os clubes árabes buscavam fechar o negócio imediatamente, sem esperar pela próxima queda no valor.
Com a renovação confirmada pelo Flamengo, o Al-Jazira redirecionou o investimento que faria em Pulgar e acertou a contratação do atacante brasileiro Anderson Talisca, que deixou o Fenerbahçe.
A permanência de Pulgar representa, portanto, não apenas a extensão do contrato, mas também uma resposta do Flamengo ao assédio do mercado internacional sobre um dos jogadores importantes do elenco.
Fonte:https://ge.globo.com
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