Dirigido por Pedro Almodóvar e estrelado por Penélope Cruz, Milena Smit, Milena Smit, Rossy de Palma, Daniela Santiago, Aitana Sánchez-Gijón e Pedro Casablanc.
E estou mais uma vez por aqui para falar de um filme de Pedro Almodóvar e dessa vez é um mais recente. Eu me lembro de ter visto esse filme na Netflix, mais ou menos perto do Oscar. Eu confesso que gostei do filme. É um bom elenco e tanto a Penélope Cruz quanto a Rossy de Palma estão muito bem. Além de ser um tema bem interessante.
Jana Martinez (Penélope Cruz) é uma fotógrafa de meia-idade que acaba engravidando de Arturo (Israel Elejalde), um antropólogo casado que está liderando um projeto de exumação de uma vala comum da Guerra Civil Espanhola, onde acredita que seu bisavô foi enterrado.
Embora a gravidez de Jana não tivesse sido planejada, ela decide levar adiante a gestação sozinha, movida por um desejo profundo de maternidade e também para dar aquela repaginada em sua própria vida e até mesmo em sua história familiar.
No hospital, Jana conhece Ana (Milena Smit). Uma adolescente assustada e que acabou engravidando depois de um episódio traumático. As duas criam um vínculo de apoio mútuo durante o período que passaram internadas e decidem manter contato após o nascimento de suas filhas.
Mas acaba acontecendo uma confusão na maternidade. E os bebês foram trocados sem que as mães soubessem. E as vidas de Jana e Ana seguem caminhos paralelos, marcados por desafios emocionais, solidão, amadurecimento precoce e por causa da maternidade que de certa forma, obriga ambas a crescerem.
Com o passar do tempo, Jana percebe que algo está errado com a sua filha. E os sentimentos de culpa, angústia e amor incondicional entram em conflito.
E enquanto isso, Ana tenta entender a sua própria identidade e aprendendo a lidar com rejeição familiar e com as marcas deixadas por seu passado.
Quando a verdade sobre a troca das crianças finalmente vem à tona, ambas são forçadas a confrontar escolhas morais profundas, redefinir laços afetivos e reconstruir o sentido e o significado de família.
E paralelo a essa história das duas mulheres, Almodóvar explora a importância de revisitar feridas histórias e dar voz às vítimas silenciadas da Guerra.
Esse filme é um drama sensível sobre maternidade, identidade, memória, culpa e o direito à verdade, tanto no âmbito pessoal quanto histórico.
Esse filme ganhou vários prêmios além de ter sido indicado ao Oscar por melhor atriz (Penélope Cruz) e melhor trilha sonora original.
Confesso que adorei essa história e para mm é um dos melhores filmes dirigidos por Pedro Almodóvar. E o que vocês acharam? Vocês gostaram do filme? Quem quiser comentar, fique a vontade. Um beijo e até a próxima matéria.
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Parabéns pelo artigo
Parabéns pela análise, ainda não vi esse filme ainda