Dirigido por Sharon Maguire e estrelado por Renée Zellweger, Colin Firth, Hugh Grant, Gemma Jones, Jim Broadbent, Sally Phillips, James Callis e Celia Imrie.
O filme tem o roteiro de Helen Fielding e é baseado em seu romance O Diário de Bridget Jones que foi publicado em 1996. Esse filme ganhou muitas críticas positivas e o destaque foi para a atuação de Renée Zellweger que recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz no ano seguinte.
O sucesso do filme foi tão grande que foi criado mais três sequências até o momento. Bridget Jones: No limite da Razão (2004), O bebê de Bridget Jones de (2016) e Bridget Jones: Louca pelo garoto (2025).
Esse filme é um dos que eu mais gosto na década de 2000. E tem uma das antologias que eu mais gosto. Renée Zellweger está perfeita em todos os filmes. Eu me lembro de ter visto esse filme no cinema. Coisa rara, eu sei. Mas toda vez que eu revejo dou muita risada. Eu tenho os três primeiros filmes em Blu-ray. E até a trilha sonora eu tenho. Dos dois primeiros filmes. Coisa mais rara ainda. São poucos os filmes ou séries que tenho também a trilha sonora.
Bridget Jones (Renée Zellweger) é uma mulher britânica e tem seus 32 anos e que trabalha em uma editora em Londres. Ela é solteira, insegura e cansada de cometer sempre os mesmos erros.
Há uma cena bem no começo do filme, Onde Renée Zellweger está vendo televisão e começa a cantar All By Myself. Eu acho essa cena icônica. E me senti no papel da personagem. Quantas vezes já não vi algo na televisão sozinha e pensando o porquê não ter ninguém ao meu lado. Só essa cena, eu já vi mais de cinquenta vezes e brincando. Eu me identifico e muito. E não vou mentir sobre isso.
Bridget decide começar o novo ano tomando o controle de sua vida. E para isso, ela começa a escrever em um diário seus pensamentos mais íntimos, suas tentativas de emagrecer, parar de fumar e beber menos. Além de suas desventuras românticas e profissionais.
Sua vida muda da água para o vinho quando reencontra Mark Darcy (Colin Firth), um advogado sério e reservado. Ele é filho de amigos dos seus pais. No primeiro encontro, Mark a criticou e a deixou morte de vergonha. Bridget acreditou que ele era arrogante e insuportável.
Na verdade, Bridget sente uma forte atração por seu chefe, Daniel Cleaver (Hugh Grant). Ele é um homem sedutor, charmoso, espirituoso e aparentemente está interessado nela.
Bridget e Daniel começam a sair e iniciar um relacionamento cheio de paixão e expectativas. E ela acreditando que finalmente tinha encontrado o amor. Só que aos poucos, ela vai percebendo que Daniel é irresponsável, egocêntrico e infiel. Especialmente quando reencontra uma antiga colega com quem teve um caso.
Ou seja, Daniel era estilo Don Juan e jogava charme para todo mundo. Bridget fica arrasada e decide romper o romance e largar o emprego.
Bridget fica determinada a reconstruir sua autoestima e passa por uma transformação: encontra um novo trabalho, firma amizades verdadeiras e começa acreditar novamente em si mesma, e em seu próprio valor.
E nesse meio tempo, a relação entre ela e Mark Darcy muda completamente. Apesar das diferenças, Mark demonstra ter admiração e carinho por ela. E enxergando humor e coragem.
O filme culmina em uma série de encontros e desencontros, até que Mark e Bridget finalmente se declaram um para o outro.
Em uma cena icônica, Mark lê parte do diário da Bridget e enfrenta seus próprios sentimentos, enquanto ela corre atrás dele na neve e de pijama, para evitar um mal-entendido.
Mas no final os dois acabam se beijando e ali começa uma nova etapa de vida juntos.
Será que ela encontrou o cara perfeito e os dois viverão juntos para sempre?
Bem eu fiquei torcendo o tempo todo para os dois ficarem juntos já que Mark era um cara que queria compromisso ao contrário do Daniel.
E o que vocês acharam do filme? Quem quiser comentar, fique a vontade. Um beijo e até a próxima matéria.
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