Análise “De Repente 30” (2004)

Critica de Filmes

Uma divertida e nostálgica comédia romântica do início do século

Apesar de não ser nenhuma novidade, embarcando na proposta de Quero Ser Grande por exemplo, ou até um pouco de Se eu Fosse Minha Mãe, De Repente 30 é um clássico moderno do gênero.
Jenna Rink(Christa B. Allen) um pré adolescente cheia de sonhos, que quer ser popular, nao gosta da vida que leva, seu único amigo Matt (Sean Marquette) apesar de esnobado por ela, é apaixonado por Jenna e apoia ela.
Mas no seu aniversário de 13 anos Jenna inconformada com a vida, pede pra ter 30 anos que é a idade do sucesso segundo a mente dela, então através do feitiço de uma casa de bonecas, o pedido se torna realidade, com 30 anos, Jenna é interpretada por Jennifer Garner trabalha em uma revista de moda e mesmo assustada de início descobre que várias coisas que ela sonhava aconteceu mas ela nao está feliz, ela então procura Matt, que adulto é interpretado por Mark Ruffalo, que descobre que não falava com ele desde o colégio, então ela quer corrigir seus erros, e descobre que Matt é o grande amor da sua vida, porém ja é tarde, Matt vai se casar.
Essa comédia romântica adolescente funciona bem no seu objetivo, entretem, é um bom passatempo, super divertido, uma trilha sonora bem legal e bem encaixada, ainda mais quando toca Crazy for You da Madonna.
Um notável e dos mais procurados filmes desse conteúdo, De Repente 30 acerta na comédia, na nostálgia e no romance.
Um filme bem legal e por mais que nao seja novidade é bem realizado.
Dirigido por Gary Winick no elenco também tem Judy Greer, Andy Serkis, Kathy Baker, Brie Larson, Marcia DeBonis, Kiersten Warren, Joe Grifasi, Mary Pat Gleason, Susan Egan, Gia Mantegna, Lynn Collins, Alex Black, Maz Jobrani, Ian Barford, Robinne Lee, Nadine Ellis, Ashley Benson, Jim Gaffigan

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