Análise do filme: Se eu fosse a minha mãe (1976).

Critica de Filmes

Dirigido por Gary Nelson e estrelado por Jodie Foster, Barbara Harris e John Astin.

Essa é a primeira versão de se eu fosse a minha mãe e é a que eu mais gosto. Nada contra as outras versões, mas eu vi essa tantas vezes e sempre que eu vejo dou risada. As caras e bocas da Jodie Foster e da Barbara Harris são incríveis. Podem me julgar a vontade, eu deixo… kkkk.

Annabel Andrews (Jodie Foster) é uma adolescente típica. Impulsiva, rebelde alheia as regras e responsabilidades que sua família impõe. Ellen Andrews (Barbara Harris) é uma mulher responsável, dona de casa dedicada ao lar e a família. Bill (John Astin) é um homem bastante atarefado com o trabalho.

Se há alguém que vive em constante atrito são essas duas. Para a Annabel a mãe é controladora e antiquada. E Ellen acha que a filha é irresponsável e imatura. Bem, é gerações diferentes então uma não sabe conviver bem com a outra. E as duas acham que se estaria na pela da outra a vida seria muito mais fácil. É aquela famosa frase: a grama do vizinho é mais bonita. Agora eu lhe pergunto: Será?

No começo do filme ainda, em uma discussão matinal, as duas desejam ao mesmo tempo, trocar de lugar usando a frase: “Se eu fosse você”. E por se tratar um filme da Disney, se realizam. Mãe e filha trocam de corpos e uma acorda no corpo da outra.

E a partir daí começa o caos e a diversão. Annabel no corpo da mãe precisa cuidar da casa, do marido, dos filhos e ter as mesmas responsabilidades que a mãe sempre teve. Encarar os compromissos sociais e financeiros. Ela percebeu que a vida adulta é cheia de compromissos, responsabilidades e desafios. E que temos que saber conciliar tudo ao mesmo tempo.

Já Ellen teve que encarar provas, professores rígidos, praticar esporte, aguentar colegas barulhentos, do quais ela não estava acostumada a enfrentar. E percebeu que também há pressões. E no caso das adolescentes, acrescentava as inseguranças. E viu que também não é fácil ser jovem e lidar com tantas expectativas e inseguranças.

E claro que as duas enfrentam muitos apuros. Annabel acaba arruinando os compromissos da mãe e Ellen passa vergonha na escola. Até que cada uma começa a compreender e a valorizar melhor o que a outra passa. Há uma empatia maior com os problemas vividos entre as duas gerações.

E particularmente, isso sempre foi algo que me emocionou. Como psicóloga sei a importância de ter empatia com as pessoas. E as cenas são muito engraçadas. Jodie Foster está hilária nesse filme. E a minha nota? 10 com certeza.

Eu recomendo a todos. Afinal é Disney sendo Disney. Bem, eu vou ficando por aqui. Quem quiser comentar abaixo, fique a vontade. Até a próxima matéria.

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