Dirigido por Nick Cassavetes e estrelado por Denzel Washington, Anne Heche, Kimberly Elise, Daniel E. Smith, Ray Liotta, James Woods, Heather Wahlquist e Shawn Hatosy.
Olá a todos. Eu confesso que gostei desse filme. E eu posso dizer que não sei qual seria a minha atitude se fosse um filho meu. Na hora do desespero extremo, infelizmente tomamos medidas extremas. Nessas horas a gente não pensa, age. Principalmente quando vidas estão em jogo. A gente liga o piloto automático e seguimos em frente.
Sim, o que John Quincy (Denzel Washington) fez foi um ato de coragem. Precisa ter muita coragem para encarar não apenas pessoas, mas também uma instituição da forma como ele fez.
E digo mais uma vez, eu não o culpo. Ele é um pai que ama seu filho de forma incondicional e simplesmente mostra isso. O filho dele de 10 anos, Michael (Daniel E. Smith) está doente e precisa ser tratado com urgência. E o John vai atrás justamente disso.
Mas vamos lá… Vamos conversar direito…
John Quincy Archibald é um homem comum, trabalhador. Ele é dedicado e apaixonado por tudo o que faz. Luta para sustentar sua família em meio às dificuldades financeiras.
Sua vida muda drasticamente, e dá um giro de 360º quando seu filho Michael, de 10 anos desmaia durante um jogo e descobrem nessa hora, que o menino tem uma grave cardiopatia e que a única solução é um transplante de coração urgente.
E ele leva o menino para o hospital. Mas chegando lá a coisa muda de figura. Apesar do desespero da família, o hospital informa que o seguro de saúde de John não cobre o procedimento e que, sem um depósito inicial extremamente alto, Michael será retirado da lista de transplante.
Com o tempo se esgotando e sem alternativas, John tenta de tudo: Trabalha horas extras, busca ajuda com os amigos, vende seus pertences… Porém, nada é suficiente.
John já no limite do desespero e querendo salvar o filho a qualquer custo, ele acaba tomando uma atitude extrema: Ele acaba mantendo os médicos, funcionários e pacientes do pronto-socorro como reféns, e exigindo que coloquem seu filho na lista de transplante e que iniciem o processo imediatamente.
A situação rapidamente se transforma em um cerco policial, sendo acompanhada pela mídia e pela opinião pública.
Dentro do hospital, apesar da tensão, John se mostra respeitoso e protetor com os reféns, reforçando que não deseja machucar ninguém. Ele só quer salvar a vida do filho.
Enquanto as negociações acontecem de forma intensa do lado de fora, John decide sacrificar a sua própria vida e oferecendo o próprio coração para salvar a vida do Michael.
No entanto, um desfecho inesperado muda o rumo da história: Aparece um doador compatível no último momento e permitindo assim que o transplante aconteça sem que John precise tirar a sua própria vida.
O menino sobrevive e o transplante é um sucesso, mas John acaba enfrentando as consequências de suas ações. Isso é um fato da vida. Todo ato gera uma consequência… Você estando preparado ou não.
Michael acaba indo visitar o pai no tribunal e mostrando que graças a um ato de amor e coragem o menino sobreviveu.
Aí eu lhe pergunto. E se fosse vocês? O que vocês fariam? É difícil falar. Mas, o que vocês acharam do filme? Quem quiser comentar, fique a vontade. Um beijo e até a próxima matéria.
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