Em estreia literária premiada, violoncelista mineiro cruza poesia, crônica e ensaio para questionar a naturalização do racismo no Brasil contemporâneo
Carlos Márcio, violoncelista da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, estreia na literatura com um livro que cruza poesia, crônica e ensaio para desmontar a ideia de que o tempo cura as feridas da escravidão. A ideia de que o tempo, por si só, é capaz de curar todas as feridas encontra um contundente contraponto na […]
![]()
